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Advogado tenta anular confissão de Renato Seabra
A audiência do jovem modelo no Supremo Tribunal de Nova Iorque durou apenas cinco minutos e serviu para David Touger, advogado que representa o alegado homicida de Carlos Castro, tentar anular a confissão e requerer o conhecimento das provas na posse da acusação. Uma nova audiência está marcada para dia 8 de Abril.
O jovem modelo português Renato Seabra, que está acusado do homicídio do jornalista e colunista Carlos Castro, em Nova Iorque, apresentou-se esta sexta-feira na audiência pré-julgamento no Supremo Tribunal de Nova Iorque.
David Tauger, o advogado norte-americano contratado pela família de Renato para o defender, entregou ao juiz duas moções.
Uma delas visa anular o depoimento prestado por Renato Seabra à polícia na qual confessou o homicídio do jornalista Carlos Castro. Desacompanhado de advogado e em condições psicológicas debilitadas, a confissão, na óptica da defesa, é ilegal e não pode por isso mesmo ser utilizada para condenar o jovem modelo.
O segundo requerimento entregue pelo advogado norte-americano visa obrigar o Procurador a revelar quais as provas que tem contra o jovem de Catanhede e a forma como as obteve.
O juiz do tribunal nova-iorquino concedeu um prazo até ao próximo dia 8 de Abril para que a Procuradora, responsável pela acusação, avalie as moções entregues esta sexta-feira.
À saída do tribunal, o advogado manifestou em declarações aos jornalistas a sua convicção de que o caso deverá ir a julgamento. O causídico alimenta poucas esperanças de poder livrar o seu cliente de enfrentar o júri acusado de homicídio de segundo grau.
Touger pediu também ao juiz a suspensão do prazo para a defesa informar o Ministério Público de que vai usar a chamada "defesa psiquiátrica", por estar à espera de importante documentação que solicitou ao Hospital Roosevelt, unidade hospitalar que assistiu Renato Seabra no dia em que alegadamente o crime terá sido cometido.
Recorde-se que o modelo terá sido conduzido por um táxi norte-americano para aquela unidade hospitalar apresentando ferimentos nas mãos.
Os documentos que Rouger espera poderão constituir provas científicas e médicas que lhe permitam decidir-se pela alegação de insanidade temporária de Renato Sampaio permitindo-lhe evitar uma pena de prisão que a confirmar-se poderá ser de longo prazo.
"Não tomámos uma decisão sobre esse tipo de defesa, estamos à espera dos registos do (hospital) Saint Lukes para onde foi levado. São os registos mais importantes. É o primeiro hospital, as primeiras pessoas que viram o Renato" depois do crime, disse Touger.
A mãe do jovem modelo esteve presente na sala de audiências do tribunal de Nova Iorque para dar apoio ao seu filho. Única familiar na sala, estava acompanhada de uma amiga e optou pelo silencio não falando para nenhum órgão de comunicação social.
Renato Seabra encontra-se detido em Nova Iorque desde o passado dia 7 de janeiro, data em que, de acordo com o libelo acusatório terá morto no Hotel Intercontinental o jornalista português Carlos Castro, com quem viajara à Big Apple.
David Tauger, o advogado norte-americano contratado pela família de Renato para o defender, entregou ao juiz duas moções.
Uma delas visa anular o depoimento prestado por Renato Seabra à polícia na qual confessou o homicídio do jornalista Carlos Castro. Desacompanhado de advogado e em condições psicológicas debilitadas, a confissão, na óptica da defesa, é ilegal e não pode por isso mesmo ser utilizada para condenar o jovem modelo.
O segundo requerimento entregue pelo advogado norte-americano visa obrigar o Procurador a revelar quais as provas que tem contra o jovem de Catanhede e a forma como as obteve.
O juiz do tribunal nova-iorquino concedeu um prazo até ao próximo dia 8 de Abril para que a Procuradora, responsável pela acusação, avalie as moções entregues esta sexta-feira.
À saída do tribunal, o advogado manifestou em declarações aos jornalistas a sua convicção de que o caso deverá ir a julgamento. O causídico alimenta poucas esperanças de poder livrar o seu cliente de enfrentar o júri acusado de homicídio de segundo grau.
Touger pediu também ao juiz a suspensão do prazo para a defesa informar o Ministério Público de que vai usar a chamada "defesa psiquiátrica", por estar à espera de importante documentação que solicitou ao Hospital Roosevelt, unidade hospitalar que assistiu Renato Seabra no dia em que alegadamente o crime terá sido cometido.
Recorde-se que o modelo terá sido conduzido por um táxi norte-americano para aquela unidade hospitalar apresentando ferimentos nas mãos.
Os documentos que Rouger espera poderão constituir provas científicas e médicas que lhe permitam decidir-se pela alegação de insanidade temporária de Renato Sampaio permitindo-lhe evitar uma pena de prisão que a confirmar-se poderá ser de longo prazo.
"Não tomámos uma decisão sobre esse tipo de defesa, estamos à espera dos registos do (hospital) Saint Lukes para onde foi levado. São os registos mais importantes. É o primeiro hospital, as primeiras pessoas que viram o Renato" depois do crime, disse Touger.
A mãe do jovem modelo esteve presente na sala de audiências do tribunal de Nova Iorque para dar apoio ao seu filho. Única familiar na sala, estava acompanhada de uma amiga e optou pelo silencio não falando para nenhum órgão de comunicação social.
Renato Seabra encontra-se detido em Nova Iorque desde o passado dia 7 de janeiro, data em que, de acordo com o libelo acusatório terá morto no Hotel Intercontinental o jornalista português Carlos Castro, com quem viajara à Big Apple.