Mundo
Ameaça Houthi. Aeroporto de Riade prolonga suspensão dos serviços até ao final da semana
O Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, vai permanecer encerrado até ao próximo sábado, depois do ataque dos Houthis, a 10 de outubro, que matou 13 pessoas no aeroporto da capital saudita. Os Estados Unidos pedem "máxima prudência" aos viajantes norte-americanos.
Preocupadas com a possibilidade de os conflitos se estenderem à aviação civil, as autoridades sauditas decidiram prolongar o encerramento do aeroporto internacional de Riade até às 21h00 do próximo sábado para “garantir a segurança e a prontidão operacional das instalações do aeroporto”.
Os Houthis, apoiados pelo Irão, têm acusado a Arábia Saudita de intervenção militar no conflito do Iémen. Depois de um conjunto de ofensivas, o ataque do último sábado tornou-se o mais mortal do país da última década.
O movimento político-militar reivindicou, no último domingo, “operações de grande envergadura” contra aeroportos e infraestruturas energéticas sauditas.
Os Houthis, apoiados pelo Irão, têm acusado a Arábia Saudita de intervenção militar no conflito do Iémen. Depois de um conjunto de ofensivas, o ataque do último sábado tornou-se o mais mortal do país da última década.
O movimento político-militar reivindicou, no último domingo, “operações de grande envergadura” contra aeroportos e infraestruturas energéticas sauditas.
Aos viajantes, funcionários e companhias aéreas deixaram o aviso para a insegurança dos aeroportos sauditas, à exceção das “cidades sagradas” de Meca e Medina.
No último domingo, a Administração Federal de Aviação (FAA) aconselhou as transportadoras norte-americanas a redobrarem atenções nos serviços que tivessem a Arábia Saudita como destino ou que sobrevoassem o local. Várias companhias aéreas europeias e asiáticas também cancelaram voos.
O Grupo Lufthansa cancelou todos os voos até 16 de outubro e a Air France-KLM prolongou a suspensão até ao final do mês. A Etihad Airways e a Gulf Air também estenderam os cancelamentos até ao final da semana. Washington já respondeu à ameaça e restringiu o acesso dos seus funcionários a todos os aeroportos sauditas, que passam a ter de solicitar uma “autorização especial”. A embaixada norte-americana na Arábia Saudita recomendou “máxima prudência” aos cidadãos que viajem de avião.
A OpsGroup reforçou os alertas e aconselhou as companhias aéreas a evitarem o corredor aéreo do sul sobre o Médio Oriente e a passarem apenas Ásia Central, o que “limita as opções de acesso a Dubai e Abu Dhabi para a maioria das transportadoras ocidentais”.
“Penso que isto nos obriga a repensar a forma como encaramos o panorama atual de riscos e a agir com muita cautela”, concluiu Mark Zee, especialista em segurança aérea.
No último domingo, a Administração Federal de Aviação (FAA) aconselhou as transportadoras norte-americanas a redobrarem atenções nos serviços que tivessem a Arábia Saudita como destino ou que sobrevoassem o local. Várias companhias aéreas europeias e asiáticas também cancelaram voos.
O Grupo Lufthansa cancelou todos os voos até 16 de outubro e a Air France-KLM prolongou a suspensão até ao final do mês. A Etihad Airways e a Gulf Air também estenderam os cancelamentos até ao final da semana. Washington já respondeu à ameaça e restringiu o acesso dos seus funcionários a todos os aeroportos sauditas, que passam a ter de solicitar uma “autorização especial”. A embaixada norte-americana na Arábia Saudita recomendou “máxima prudência” aos cidadãos que viajem de avião.
A OpsGroup reforçou os alertas e aconselhou as companhias aéreas a evitarem o corredor aéreo do sul sobre o Médio Oriente e a passarem apenas Ásia Central, o que “limita as opções de acesso a Dubai e Abu Dhabi para a maioria das transportadoras ocidentais”.
“Penso que isto nos obriga a repensar a forma como encaramos o panorama atual de riscos e a agir com muita cautela”, concluiu Mark Zee, especialista em segurança aérea.