Mundo
Americana declara-se culpada via vídeo por atropelamento de britânico
Anne Sacoolas, mulher de um diplomata americano, declarou-se culpada num caso judicial em que atropelou um jovem britânico de 19 anos causando-lhe a morte. Três semanas depois do sucedido, Sacoolas saiu de Inglaterra e voltou para os Estados Unidos e tem estado “presente” nas sessões de tribunal através de videochamada.
Este é um caso que está a causar alguma controvérsia entre Reino Unido e Estados Unidos. Numa altura em que o Reino Unido aceitou a extradição de Julian Assange, os Estados Unidos recusaram-se a extraditar Anne Sacoolas, alegando que tem imunidade diplomática.
É raro que um réu apareça em tribunal através de vídeo, no Reino Unido, e o juíz do caso pediu à norte-americana que comparecesse em tribunal, algo que não é claro que vá acontecer no futuro.
Anne Sacoolas pode vir a ser condenada a uma pequena sentença de prisão, máximo de cinco anos, ou a fazer serviço comunitário.
A mãe de Harry Dunn, jovem atropelado em 2019, disse a que declaração de Sacoolas foi o cumprir de uma promessa que fez na noite em que o filho foi morto.
“Todos os dias, toda a dor que sentimos desde que acordamos até que vamos para a cama – todas as horas que ficamos acordados à noite, a lutar contra a dor e a mantê-la no estômago, mantendo aquela promessa bem viva. Parece que tudo isso me foi tirado dos ombros”, disse a mãe do jovem.
O jovem foi atropelado quando ia na sua mota. Sacoolas conduzia pelo lado errado da estrada e embateu em Dunn, perto de uma base militar onde estava com a família.
Escudando-se no princípio da imunidade diplomática, o governo norte-americano recusou-se a extraditar Sacoolas, com a família de Dunn a pedir há muito que a americana perca a imunidade para ser obrigada a ir a tribunal.
Anne Sacoolas foi formalmente acusada de “morte através de condução perigosa” em 2019 e admitiu ser culpada de uma acusação menor, de “morte por condução descuidada”, uma confissão aceite pelo ministério público britânico que tem a seu cargo as acusações no Reino Unido.
O caso levou mesmo Boris Johnson a dizer publicamente que estava em conversas com Joe Biden sobre ele.
É raro que um réu apareça em tribunal através de vídeo, no Reino Unido, e o juíz do caso pediu à norte-americana que comparecesse em tribunal, algo que não é claro que vá acontecer no futuro.
Anne Sacoolas pode vir a ser condenada a uma pequena sentença de prisão, máximo de cinco anos, ou a fazer serviço comunitário.
A mãe de Harry Dunn, jovem atropelado em 2019, disse a que declaração de Sacoolas foi o cumprir de uma promessa que fez na noite em que o filho foi morto.
“Todos os dias, toda a dor que sentimos desde que acordamos até que vamos para a cama – todas as horas que ficamos acordados à noite, a lutar contra a dor e a mantê-la no estômago, mantendo aquela promessa bem viva. Parece que tudo isso me foi tirado dos ombros”, disse a mãe do jovem.
O jovem foi atropelado quando ia na sua mota. Sacoolas conduzia pelo lado errado da estrada e embateu em Dunn, perto de uma base militar onde estava com a família.
Escudando-se no princípio da imunidade diplomática, o governo norte-americano recusou-se a extraditar Sacoolas, com a família de Dunn a pedir há muito que a americana perca a imunidade para ser obrigada a ir a tribunal.
Anne Sacoolas foi formalmente acusada de “morte através de condução perigosa” em 2019 e admitiu ser culpada de uma acusação menor, de “morte por condução descuidada”, uma confissão aceite pelo ministério público britânico que tem a seu cargo as acusações no Reino Unido.
O caso levou mesmo Boris Johnson a dizer publicamente que estava em conversas com Joe Biden sobre ele.