Amnistia Internacional apela à integração dos refugiados e migrantes nas políticas de saúde

A Amnistia Internacional pede aos governos que removam as barreiras que impedem os refugiados e os migrantes de terem acesso a cuidados psicológicos e psiquiátricos.

Antena 1 /

Foto: Reuters

Na véspera do Dia Mundial da Saúde Mental, a Amnistia denuncia que a comunidade internacional não está a cumprir a obrigação imposta pelo Direito Internacional de garantir o mais alto padrão possível de saúde para todos e considera um escândalo global a falta de cuidados de saúde mental para os grupos mais vulneráveis.

A organização humanitária pede aos governos que incluam os refugiados e migrantes nas suas políticas de saúde.

Entrevistado pelo jornalista Nuno Carvalho, o director-executivo da Amnistia em Portugal, Pedro Neto, lembra que a falta de assistência na área da saúde mental
vem juntar-se a todos os outros dramas enfrentados por migrantes e refugiados.

A falta de cuidados de saúde mental afeta particularmente os grupos de pessoas em movimento. A organização considera que a pandemia de covid-19 veio expor e agravar a negligência dos governos nacionais na oferta de cuidados de saúde mental aos refugiados e aos migrantes.

Amanhã, assinala-se o Dia Mundial da Saúde Mental, promovido pela Organização Mundial de Saúde e pela Federação Mundial de Saúde Mental.
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