Mundo
“Amor vence”. Boneca Barbie apoia casamento homossexual
A boneca Barbie apareceu no Instagram vestida com uma camisola que divulga a frase "Love Wins", "o Amor Vence". Esta expressão vulgarizou-se como frase de apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, tendo sido popularizada nos Estados Unidos como forma de combate à discriminação.
A fotografia foi partilhada pela Mattel, a empresa que criou a Barbie e conta já com mais de 40 mil gostos nas redes sociais. Ao ostentar a camisola "Love Wins", a conhecida boneca expressa o seu apoio à luta pelos direitos da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgéneros).
A expressão "Love wins" vulgarizou-se em 2015, quando o casamento homossexual foi legalizado em todos os Estados norte-americanos. Mais recentemente, a blogger de moda Aimee Song usou-a para criar uma camisola e apoiar a Trevor Project, uma organização sem fins lucrativos que pretende prevenir o suicídio entre jovens LGBT.
Ao associar a imagem da Barbie à campanha, a Mattel promove uma "iniciativa inspiradora", em que 50 por cento do lucro da venda das camisolas "Love Wins" é doado à Trevor Project, com o objetivo de ajudar os jovens a ultrapassar situações de preconceito.
Numa das fotos publicadas no Instagram, a boneca Barbie surge precisamente com uma figura que representa a blogger Aimee Song.
A campanha não gera consenso. Enquanto uns apoiam a causa, há quem defenda que esta versão da Barbie não é correta e consideram-na de “péssimo gosto”.
Barbie e a diversidade
Esta não é a primeira vez que a Barbie se associa a causas sociais. São exemplo, as bonecas lançadas em 2016 que apoiavam a diversidade, através dos diferentes formatos de corpo e cor que as Barbies tinham.
A Mattel disse ter como objetivo mostrar uma “imagem realística” das mulheres. Assim, uns modelos tinham a cintura fininha, outros eram mais baixos ou altos e outros tinham o corpo mais curvilíneo. As bonecas também apresentavam etnias diferentes, o que promove a diversidade racial. Foram apresentados três novos modelos da Barbie: as altas, as curvilíneas e as pequenas.
A vice-presidente e diretora geral global da marca Barbie, Evelyn Mazzocco, explicou na altura que “estas bonecas representam uma linha que reflete mais realisticamente o que as mulheres ao longo do mundo veem – a variedade do tipo de corpo, o tom de pele e o estilo, permitindo encontrar uma boneca que fala por elas”.

Em 2015, a Mattel divulgou as “Sheroes”, mulheres heroínas reais que são homenageadas através da criação de uma boneca com características semelhantes às suas.
Desta forma, a empresa da Barbie reconhece as heroínas “que inspiram as mulheres a ultrapassar barreiras e a expandir as possibilidades”. São seis as heroínas que compõem o plantel, com o objetivo de mostrar a variedade de poder entre as mulheres.

Este ano, juntaram-se mais duas bonecas, que representam a ginasta Gabby Douglas e a esgrimista Ibtihaj Muhammad, a primeira Barbie a utilizar hijab. O hijab, ao contrário da burca, não esconde o rosto.
Ibtihaj Muhammad reagiu no Twitter, explicando o orgulho que sente na possibilidade de, por todo o mundo, as crianças terem a possibilidade de “brincar com a Barbie que escolhe utilizar hijab”.
A expressão "Love wins" vulgarizou-se em 2015, quando o casamento homossexual foi legalizado em todos os Estados norte-americanos. Mais recentemente, a blogger de moda Aimee Song usou-a para criar uma camisola e apoiar a Trevor Project, uma organização sem fins lucrativos que pretende prevenir o suicídio entre jovens LGBT.
Ao associar a imagem da Barbie à campanha, a Mattel promove uma "iniciativa inspiradora", em que 50 por cento do lucro da venda das camisolas "Love Wins" é doado à Trevor Project, com o objetivo de ajudar os jovens a ultrapassar situações de preconceito.
Numa das fotos publicadas no Instagram, a boneca Barbie surge precisamente com uma figura que representa a blogger Aimee Song.
A campanha não gera consenso. Enquanto uns apoiam a causa, há quem defenda que esta versão da Barbie não é correta e consideram-na de “péssimo gosto”.
Barbie e a diversidade
Esta não é a primeira vez que a Barbie se associa a causas sociais. São exemplo, as bonecas lançadas em 2016 que apoiavam a diversidade, através dos diferentes formatos de corpo e cor que as Barbies tinham.
A Mattel disse ter como objetivo mostrar uma “imagem realística” das mulheres. Assim, uns modelos tinham a cintura fininha, outros eram mais baixos ou altos e outros tinham o corpo mais curvilíneo. As bonecas também apresentavam etnias diferentes, o que promove a diversidade racial. Foram apresentados três novos modelos da Barbie: as altas, as curvilíneas e as pequenas.
A vice-presidente e diretora geral global da marca Barbie, Evelyn Mazzocco, explicou na altura que “estas bonecas representam uma linha que reflete mais realisticamente o que as mulheres ao longo do mundo veem – a variedade do tipo de corpo, o tom de pele e o estilo, permitindo encontrar uma boneca que fala por elas”.
Em 2015, a Mattel divulgou as “Sheroes”, mulheres heroínas reais que são homenageadas através da criação de uma boneca com características semelhantes às suas.
Desta forma, a empresa da Barbie reconhece as heroínas “que inspiram as mulheres a ultrapassar barreiras e a expandir as possibilidades”. São seis as heroínas que compõem o plantel, com o objetivo de mostrar a variedade de poder entre as mulheres.
Este ano, juntaram-se mais duas bonecas, que representam a ginasta Gabby Douglas e a esgrimista Ibtihaj Muhammad, a primeira Barbie a utilizar hijab. O hijab, ao contrário da burca, não esconde o rosto.
Ibtihaj Muhammad reagiu no Twitter, explicando o orgulho que sente na possibilidade de, por todo o mundo, as crianças terem a possibilidade de “brincar com a Barbie que escolhe utilizar hijab”.
Thank you @Mattel for announcing me as the newest member of the @Barbie #Shero family! I’m proud to know that little girls everywhere can now play with a Barbie who chooses to wear hijab! This is a childhood dream come true 😭💘 #shero pic.twitter.com/py7nbtb2KD
— Ibtihaj Muhammad (@IbtihajMuhammad) 13 de novembro de 2017