Mundo
António Costa na Coreia do Sul para reforçar a cooperação
O primeiro-ministro inicia uma visita de dois dias à Correia do Sul para procurar reforçar a cooperação política, científica e empresarial com um país que é a décima economia do mundo.
António Costa chega a meio da manhã a Seul acompanhado pelos ministros da Economia, António Costa Silva, da Ciência e Ensino Superior, Elvira Fortunato, e das Infraestruturas, João Galamba, e pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Francisco André.
A visita tem como objetivo “reforçar e aprofundar os laços político-diplomáticos e também económicos entre os dois países”, numa altura em que passam 23 anos desde a última visita de um primeiro-ministro português à Coreia do Sul, António Guterres”, segundo o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação.
A visita tem como objetivo “reforçar e aprofundar os laços político-diplomáticos e também económicos entre os dois países”, numa altura em que passam 23 anos desde a última visita de um primeiro-ministro português à Coreia do Sul, António Guterres”, segundo o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação.
A Hanwha foi uma das empresas vencedoras do segundo leilão solar em Portugal, tendo conseguido seis dos 12 lotes a concurso para desenvolver projetos fotovoltaicos no Alentejo e no Algarve.
Em declarações à agência Lusa, na segunda-feira, António Costa considerou que a área das energias renováveis "é um domínio em que Portugal tem muita experiência e conhecimento".
"Há investimentos portugueses na República da Coreia e investimentos sul-coreanos em Portugal. Temos uma estratégia ambiciosa, já que prevemos investir 60 mil milhões de euros até 2030", defendeu.
Na energia solar, por exemplo, segundo o primeiro-ministro, Portugal pretende "aumentar significativamente a sua capacidade disponível, mais de nove gigawatts de incorporação até 2030".
"E temos planos para instalar dez gigawatts de capacidade para energia eólica offshore, cujo leilão será lançado ainda este ano", referiu.
Depois da Hanwha, o primeiro-ministro desloca-se para fora do centro urbano de Seul, visitando a SK Hynix, que ocupa a terceira posição mundial no mercado global dos semicondutores, com a também sul-coreana Samsung Eletronics no segundo lugar.
António Costa frisou que os semicondutores "são também uma área onde Portugal tem condições para ser uma porta de entrada relevante para empresas sul-coreanas que pretendam aumentar a resiliência da cadeia de valor dos semicondutores como um todo".
O primeiro-ministro termina o primeiro de dois dias de visita à Coreia do Sul com um jantar com multinacionais na residência da embaixadora de Portugal.
Em declarações à agência Lusa, na segunda-feira, António Costa considerou que a área das energias renováveis "é um domínio em que Portugal tem muita experiência e conhecimento".
"Há investimentos portugueses na República da Coreia e investimentos sul-coreanos em Portugal. Temos uma estratégia ambiciosa, já que prevemos investir 60 mil milhões de euros até 2030", defendeu.
Na energia solar, por exemplo, segundo o primeiro-ministro, Portugal pretende "aumentar significativamente a sua capacidade disponível, mais de nove gigawatts de incorporação até 2030".
"E temos planos para instalar dez gigawatts de capacidade para energia eólica offshore, cujo leilão será lançado ainda este ano", referiu.
Depois da Hanwha, o primeiro-ministro desloca-se para fora do centro urbano de Seul, visitando a SK Hynix, que ocupa a terceira posição mundial no mercado global dos semicondutores, com a também sul-coreana Samsung Eletronics no segundo lugar.
António Costa frisou que os semicondutores "são também uma área onde Portugal tem condições para ser uma porta de entrada relevante para empresas sul-coreanas que pretendam aumentar a resiliência da cadeia de valor dos semicondutores como um todo".
O primeiro-ministro termina o primeiro de dois dias de visita à Coreia do Sul com um jantar com multinacionais na residência da embaixadora de Portugal.