Mundo
António Guterres aclamado como novo secretário-geral da ONU
O antigo primeiro-ministro António Guterres foi esta quinta-feira aclamado como novo secretário-geral das Nações Unidas pela Assembleia Geral da organização, que assim ratificou a indicação do Conselho de Segurança.
O órgão que junta os 192 Estados–membros da ONU confirmou em plenário a eleição do ex-alto comissário para os Refugiados e antigo primeiro-ministro português. António Guterres substituirá o sul-coreano Ban Ki-moon a partir de 1 de janeiro do próximo ano, tendo por diante um mandato de cinco anos, até 31 de dezembro de 2021.O presidente da Assembleia Geral da ONU salientou a “evolução” no processo de eleição, agora mais “transparente”.
A sessão plenária teve início com um minuto de silêncio em homenagem ao rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej, que morreu esta quinta-feira aos 88 anos.
Em seguida, o embaixador russo Vitaly Churkin, presidente em exercício do Conselho de Segurança das Nações Unidas saudou o conjunto dos candidatos ao cargo de secretário-geral, para depois reafirmar um “apoio incondicional” a Guterres.
Recorde-se que o Conselho de Segurança recomendou o antigo governante português ao fim de seis votações e depois de a corrida ter sido agitada pelo advento, já com o processo em curso, da candidatura da búlgara Kristalina Georgieva, vice-presidente da Comissão Europeia.
Guterres discursa pela primeira vez como secretário-geral da ONU
O novo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, garantiu que não terá "nenhuma agenda a não ser a da Carta das Nações Unidas" e que privilegiará uma "abordagem humilde" à atual complexidade do mundo.
No primeiro discurso perante a Assembleia Geral, após aclamação como nono secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres repetiu as duas palavras que resumiam o que sentiu quando soube da decisão tomada pelo Conselho de Segurança: "gratidão e humildade".
Mas agora juntou-lhe "um profundo sentido de responsabilidade", garantindo que não terá "todas as respostas", nem imporá "visões".
A sessão plenária teve início com um minuto de silêncio em homenagem ao rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej, que morreu esta quinta-feira aos 88 anos.
Em seguida, o embaixador russo Vitaly Churkin, presidente em exercício do Conselho de Segurança das Nações Unidas saudou o conjunto dos candidatos ao cargo de secretário-geral, para depois reafirmar um “apoio incondicional” a Guterres.
Recorde-se que o Conselho de Segurança recomendou o antigo governante português ao fim de seis votações e depois de a corrida ter sido agitada pelo advento, já com o processo em curso, da candidatura da búlgara Kristalina Georgieva, vice-presidente da Comissão Europeia.
Guterres discursa pela primeira vez como secretário-geral da ONU
O novo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, garantiu que não terá "nenhuma agenda a não ser a da Carta das Nações Unidas" e que privilegiará uma "abordagem humilde" à atual complexidade do mundo.
No primeiro discurso perante a Assembleia Geral, após aclamação como nono secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres repetiu as duas palavras que resumiam o que sentiu quando soube da decisão tomada pelo Conselho de Segurança: "gratidão e humildade".
Mas agora juntou-lhe "um profundo sentido de responsabilidade", garantindo que não terá "todas as respostas", nem imporá "visões".