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Ataque com foguetes a base militar no Iraque mata três militares dos EUA
Três militares da coligação liderada pelos Estados Unidos, a Operation Inherent Resolve, foram mortos depois de vários foguetes terem atingido uma base iraquiana que acolhe soldados norte-americanos perto de Bagdad, no Iraque. Segundo o site da coligação, pelo menos mais 12 soldados ficaram feridos durante o ataque.
Este ocorreu menos de três meses depois de um ataque semelhante com um foguete ter morto um empreiteiro norte-americano no Iraque, desencadeando uma série de ataques que quase levaram a uma guerra entre os Estados Unidos e o Irão.
O presidente iraquiano, Barham Salih, condenou o ataque e referiu que iria investigar e responsabilizar quem esteve por trás do mesmo.
Apesar de ainda não ter havido reivindicações imediatas, as autoridades americanas anunciaram que estão a avaliar o incidente.
“Está a ser feita uma avaliação do incidente”, afirmou um alto funcionário do Governo de Donald Trump, acrescentando que as autoridades militares estão a “acompanhar de perto a situação no acampamento de Taji”.
Este foi o 22º ataque com foguetes no Iraque contra os interesses militares dos Estados Unidos, desde o final de outubro.
O coronel do Exército norte-americano e porta-voz militar dos EUA no Iraque, Myles Caggins, escreveu no Twitter “que mais de 15 pequenos foguetes atingiram a base”. Contudo, não forneceu mais detalhes.
O acampamento de Taji, localizado no norte de Bagdad, tem sido utilizado como base de treino há vários anos. Existem cerca de seis mil soldados norte-americanos no Iraque, a treinar, a auxiliar as forças iraquianas e a realizar as chamadas missões antiterrorismo.
Violência no Iraque
Em outubro de 2019, uma série de manifestações contra o Governo iraquiano desestabilizou ainda mais o país. Os protestos aumentaram as tensões com o Irão, que foi acusado pelos Estados Unidos de estar por trás da violência na região.
As tensões aumentaram entre Washington e Teerão, depois de um ataque com um drone dos EUA, ter matado o comandante militar iraniano, Qasem Soleimani, e Abu Mahdi al-Muhandis, um chefe paramilitar iraquiano, em Bagdad.
O Parlamento iraquiano após o assassinato de Soleimani votou a expulsão de todos os soldados estrangeiros do país, uma decisão que ainda não foi tomada pelo Governo.
O Governo cessante, que renunciou em dezembro diante de protestos em massa, ainda não foi substituído devido à falta de um acordo no Parlamento, que é um dos mais divididos na história recente do Iraque.
O presidente iraquiano, Barham Salih, condenou o ataque e referiu que iria investigar e responsabilizar quem esteve por trás do mesmo.
Apesar de ainda não ter havido reivindicações imediatas, as autoridades americanas anunciaram que estão a avaliar o incidente.
“Está a ser feita uma avaliação do incidente”, afirmou um alto funcionário do Governo de Donald Trump, acrescentando que as autoridades militares estão a “acompanhar de perto a situação no acampamento de Taji”.
Este foi o 22º ataque com foguetes no Iraque contra os interesses militares dos Estados Unidos, desde o final de outubro.
O coronel do Exército norte-americano e porta-voz militar dos EUA no Iraque, Myles Caggins, escreveu no Twitter “que mais de 15 pequenos foguetes atingiram a base”. Contudo, não forneceu mais detalhes.
The Coalition @CJTFOIR confirms more than 15 small rockets impacted Iraq’s Camp Taji base hosting Coalition troops, March 11 at 7:35 p.m. (Iraq Time). Assessment and investigation ongoing, follow @OIRSpox & @SecMedCell for updates. https://t.co/oNgNfCEYG7
— OIR Spokesman Col. Myles B. Caggins III (@OIRSpox) March 11, 2020
O acampamento de Taji, localizado no norte de Bagdad, tem sido utilizado como base de treino há vários anos. Existem cerca de seis mil soldados norte-americanos no Iraque, a treinar, a auxiliar as forças iraquianas e a realizar as chamadas missões antiterrorismo.
Violência no Iraque
Em outubro de 2019, uma série de manifestações contra o Governo iraquiano desestabilizou ainda mais o país. Os protestos aumentaram as tensões com o Irão, que foi acusado pelos Estados Unidos de estar por trás da violência na região.
As tensões aumentaram entre Washington e Teerão, depois de um ataque com um drone dos EUA, ter matado o comandante militar iraniano, Qasem Soleimani, e Abu Mahdi al-Muhandis, um chefe paramilitar iraquiano, em Bagdad.
O Parlamento iraquiano após o assassinato de Soleimani votou a expulsão de todos os soldados estrangeiros do país, uma decisão que ainda não foi tomada pelo Governo.
O Governo cessante, que renunciou em dezembro diante de protestos em massa, ainda não foi substituído devido à falta de um acordo no Parlamento, que é um dos mais divididos na história recente do Iraque.