Mundo
Pelo menos sete mortos em ataque em escola secundária perto de Banguecoque
Três professores e três alunos foram mortos por um adolescente que abriu fogo numa escola secundária na Tailândia, depois de ter matado os avós.
É já considerado um dos maiores ataques em escolas dos últimos anos na Tailândia. A informação divulgada pela polícia tailandesa indica que pelo menos sete pessoas morreram e 15 ficaram feridas após o ataque com arma de fogo no norte de Banguecoque, no qual o alegado autor também morreu.
As vítimas mortais eram três professores e três alunos dessa escola. Dois dos feridos encontram-se em estado crítico, segundo as autoridades, que não especificam se são estudantes da escola, uma prestigiada instituição pública tailandesa.
O suspeito terá matado primeiro os avós, adiantaram também as autoridades, com uma pistola que pertencia ao avô, dirigindo-se, posteriormente, à escola secundária que frequentava.
O atirador era um adolescente de 14 ou 15 anos e também morreu, não sendo ainda claro se o jovem foi abatido pela polícia ou se terá tirado a própria vida. Fotografias publicadas pelos meios de comunicação locais mostram o suspeito vestido com um uniforme escolar roxo e uma mochila preta a tiracolo, com vários cartuchos visíveis no chão.
Anteriormente, as autoridades notaram que o suspeito se encontrava dentro da sala de informática do centro educativo, identificado pelos meios de comunicação locais como a Escola Secundária Debsirin Nonthaburi, situada a cerca de 15 quilómetros a noroeste da capital tailandesa, na província de Nonthaburi.
O Departamento Central de Investigação da Tailândia já está a investigar o que motivou este massacre e afirmou à CNN Internacional que "a situação agora está sob controlo".
"É um incidente terrível. Isto nunca deveria ter acontecido", declarou o primeiro-ministro tailandês, Anutin Charnvirakul, a partir da sede do Governo. "É por esta razão que o Governo não autoriza a posse de armas de fogo”.
A Tailândia tem uma das taxas de posse de armas mais elevadas da região, com cerca de 10 milhões de armas de fogo estimadas em circulação, o que corresponde a uma por cada sete habitantes.
Os tiroteios não são invulgares, existindo facilidade de acesso a armas para pessoal do Exército e da Polícia, além de normas permissivas e antigas para a sua aquisição por parte da população civil. Os compromissos políticos para endurecer a legislação sobre armas não impediram a repetição destas tragédias.
Em fevereiro, a diretora de uma escola em Hat Yai, no sul da Tailândia, morreu noutro ataque, depois de um homem ter irrompido a tiro no centro, além de ter feito professores e alunos como reféns, que foram posteriormente libertados.
Em 2022, um ex-polícia armado com uma pistola e uma faca matou 24 crianças e 12 adultos numa creche no norte do país, num dos massacres mais mortíferos da história da Tailândia.
C/agências
As vítimas mortais eram três professores e três alunos dessa escola. Dois dos feridos encontram-se em estado crítico, segundo as autoridades, que não especificam se são estudantes da escola, uma prestigiada instituição pública tailandesa.
O suspeito terá matado primeiro os avós, adiantaram também as autoridades, com uma pistola que pertencia ao avô, dirigindo-se, posteriormente, à escola secundária que frequentava.
O atirador era um adolescente de 14 ou 15 anos e também morreu, não sendo ainda claro se o jovem foi abatido pela polícia ou se terá tirado a própria vida. Fotografias publicadas pelos meios de comunicação locais mostram o suspeito vestido com um uniforme escolar roxo e uma mochila preta a tiracolo, com vários cartuchos visíveis no chão.
Anteriormente, as autoridades notaram que o suspeito se encontrava dentro da sala de informática do centro educativo, identificado pelos meios de comunicação locais como a Escola Secundária Debsirin Nonthaburi, situada a cerca de 15 quilómetros a noroeste da capital tailandesa, na província de Nonthaburi.
O Departamento Central de Investigação da Tailândia já está a investigar o que motivou este massacre e afirmou à CNN Internacional que "a situação agora está sob controlo".
"É um incidente terrível. Isto nunca deveria ter acontecido", declarou o primeiro-ministro tailandês, Anutin Charnvirakul, a partir da sede do Governo. "É por esta razão que o Governo não autoriza a posse de armas de fogo”.
A Tailândia tem uma das taxas de posse de armas mais elevadas da região, com cerca de 10 milhões de armas de fogo estimadas em circulação, o que corresponde a uma por cada sete habitantes.
Os tiroteios não são invulgares, existindo facilidade de acesso a armas para pessoal do Exército e da Polícia, além de normas permissivas e antigas para a sua aquisição por parte da população civil. Os compromissos políticos para endurecer a legislação sobre armas não impediram a repetição destas tragédias.
Em fevereiro, a diretora de uma escola em Hat Yai, no sul da Tailândia, morreu noutro ataque, depois de um homem ter irrompido a tiro no centro, além de ter feito professores e alunos como reféns, que foram posteriormente libertados.
Em 2022, um ex-polícia armado com uma pistola e uma faca matou 24 crianças e 12 adultos numa creche no norte do país, num dos massacres mais mortíferos da história da Tailândia.
C/agências