Mundo
Berlim recebe crianças de campos refugiados gregos
A cidade de Berlim deverá acolher entre 80 a 100 crianças que se encontram em campos de refugiados gregos. A medida foi garantida, esta terça-feira por uma autoridade alemã. O objetivo é a diminuição do número de migrantes que se encontram na fronteira entre a Turquia e a Grécia.
As crianças com doenças ou que tenham menos de 14 anos e que não estejam acompanhadas serão o principal foco das autoridades alemãs e dos restantes países da União Europeia que as queiram receber, salientaram os partidos da coligação governamental alemã.
A chegada de menores refugiados deverá depender “da rapidez com que o Governo alemão implementará a decisão”, referiu o ministro de Estado do Interior de Berlim, Andreas Geisel.
Vários políticos europeus estão a reunir esforços para tentar encontrar uma solução para os milhares de migrantes que tentam entrar na Grécia desde que Ancara anunciou, no mês passado, que não aceitaria mais migrantes em solo turco.
A decisão da Turquia fez com que o número de migrantes na Grécia disparasse.
A UE e a Grécia acusam a Turquia de levar propositadamente os migrantes a atravessar a fronteira como forma de pressionar Bruxelas a ajudar financeiramente o país com encargos relativos aos refugiados e apoiar os objetivos geopolíticos de Ancara no conflito sírio.
Manifestantes querem luz verde para a entrada de migrantes
A população alemã saiu à rua, no passado sábado, para exigir que o Governo aceitasse receber mais migrantes que se encontram na fronteira entre a Grécia e a Turquia.
Durante a manifestação ouviram-se frases como “Há espaço aqui” e “Abram as fronteiras”.
O protesto também teve como causa as condições degradantes e a sobrelotação existentes nos campos de refugiados das ilhas gregas.
Necessidade de uma Europa Solidária
Segundo a UNICEF, cerca de três mil crianças na Grécia precisam de ser acolhidas.
A Finlândia já garantiu que também irá receber 150 crianças, decisão que foi valorizada pelo diretor da UNICEF, Afshan Khan.
Todavia, Khan afirma que é preciso fazer muito mais por estas crianças.
“Precisamos que a Europa fique ao lado da Grécia e da Turquia e de outros Estados fronteiriços do Mediterrâneo para poder ajudar a abrigar muitas das crianças que se encontram desamparadas”, referiu o diretor à Reuters.
Após efetuar uma visita à fronteira entre a Turquia e a Grécia, Khan explicou que existe um grande número de mulheres e crianças que se encontram em condições dramáticas.
A UE pretende que o sucedido em 2015 não se repita, quando chegaram à Europa mais de um milhão de refugiados.
A chegada de menores refugiados deverá depender “da rapidez com que o Governo alemão implementará a decisão”, referiu o ministro de Estado do Interior de Berlim, Andreas Geisel.
Vários políticos europeus estão a reunir esforços para tentar encontrar uma solução para os milhares de migrantes que tentam entrar na Grécia desde que Ancara anunciou, no mês passado, que não aceitaria mais migrantes em solo turco.
A decisão da Turquia fez com que o número de migrantes na Grécia disparasse.
A UE e a Grécia acusam a Turquia de levar propositadamente os migrantes a atravessar a fronteira como forma de pressionar Bruxelas a ajudar financeiramente o país com encargos relativos aos refugiados e apoiar os objetivos geopolíticos de Ancara no conflito sírio.
Manifestantes querem luz verde para a entrada de migrantes
A população alemã saiu à rua, no passado sábado, para exigir que o Governo aceitasse receber mais migrantes que se encontram na fronteira entre a Grécia e a Turquia.
Durante a manifestação ouviram-se frases como “Há espaço aqui” e “Abram as fronteiras”.
O protesto também teve como causa as condições degradantes e a sobrelotação existentes nos campos de refugiados das ilhas gregas.
Necessidade de uma Europa Solidária
Segundo a UNICEF, cerca de três mil crianças na Grécia precisam de ser acolhidas.
A Finlândia já garantiu que também irá receber 150 crianças, decisão que foi valorizada pelo diretor da UNICEF, Afshan Khan.
Todavia, Khan afirma que é preciso fazer muito mais por estas crianças.
“Precisamos que a Europa fique ao lado da Grécia e da Turquia e de outros Estados fronteiriços do Mediterrâneo para poder ajudar a abrigar muitas das crianças que se encontram desamparadas”, referiu o diretor à Reuters.
Após efetuar uma visita à fronteira entre a Turquia e a Grécia, Khan explicou que existe um grande número de mulheres e crianças que se encontram em condições dramáticas.
A UE pretende que o sucedido em 2015 não se repita, quando chegaram à Europa mais de um milhão de refugiados.