Mundo
Bósnia recebe formalmente estatuto de candidato à UE
Os líderes europeus atribuíram formalmente, esta quinta-feira, o estatuto de candidato à Bósnia-Herzegovina, que poderá assim vir a fazer parte do bloco dos agora 27 Estados-membros da União Europeia.
"A Bósnia-Herzegovina recebeu hoje o estatuto de país candidato. Um forte sinal para o povo, mas também uma clara expectativa de que as novas autoridades cumpram com as reformas", escreveu o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, no Twitter.
O país junta-se, assim, aos outros atuais candidatos - Albânia, Moldávia, República da Macedónia do Norte, Montenegro, Sérvia, Turquia e Ucrânia - no processo de adesão à UE, que pode levar vários anos e envolve negociações complexas para ajustar as leis de cada país às exigidas por Bruxelas.
Quinto país dos Balcãs Ocidentais com estatuto de candidato
A concessão à Bósnia-Herzegovina do estatuto de país candidato à adesão segue-se a uma recomendação favorável da Comissão Europeia de outubro passado, e é a primeira etapa de um longo processo de adesão para este país de cerca de 3,5 milhões de habitantes dos Balcãs Ocidentais.
A integração do país na UE está sujeita a uma agenda de 14 reformas políticas e democráticas definidas pela Comissão Europeia em 2019 e progressos no acordo entre os partidos bósnios para desbloquear a paralisia política no país.
O estatuto de candidato foi concebido como um passo intermédio para Sarajevo acelerar a sua agenda de reformas.
A Bósnia-Herzegovina é o quinto dos seis países dos Balcãs Ocidentais a obter o estatuto de país candidato à adesão ao bloco comunitário, e o único que ainda não o obteve, o Kosovo, formalizou o pedido na quarta-feira.
Em 2013, a Croácia tornou-se o primeiro país dos Balcãs Ocidentais a aderir à UE, seguindo-se o Montenegro, a Sérvia, a Macedónia do Norte, a Albânia e, agora, a Bósnia-Herzegovina.
Em junho passado, os 27 já haviam tomado também a decisão histórica de conceder o estatuto de países candidatos à Ucrânia e Moldova.
c/ agências
Bosnia and Herzegovina was granted the status of candidate country today.
— Charles Michel (@CharlesMichel) December 15, 2022
A strong signal to the people, but also a clear expectation for the new authorities to deliver on reforms.
The future of the Western Balkans is in the #EU
Congratulations!#EUCO pic.twitter.com/1TUWlGlNPu
O país junta-se, assim, aos outros atuais candidatos - Albânia, Moldávia, República da Macedónia do Norte, Montenegro, Sérvia, Turquia e Ucrânia - no processo de adesão à UE, que pode levar vários anos e envolve negociações complexas para ajustar as leis de cada país às exigidas por Bruxelas.
Quinto país dos Balcãs Ocidentais com estatuto de candidato
A concessão à Bósnia-Herzegovina do estatuto de país candidato à adesão segue-se a uma recomendação favorável da Comissão Europeia de outubro passado, e é a primeira etapa de um longo processo de adesão para este país de cerca de 3,5 milhões de habitantes dos Balcãs Ocidentais.
A integração do país na UE está sujeita a uma agenda de 14 reformas políticas e democráticas definidas pela Comissão Europeia em 2019 e progressos no acordo entre os partidos bósnios para desbloquear a paralisia política no país.
O estatuto de candidato foi concebido como um passo intermédio para Sarajevo acelerar a sua agenda de reformas.
A Bósnia-Herzegovina é o quinto dos seis países dos Balcãs Ocidentais a obter o estatuto de país candidato à adesão ao bloco comunitário, e o único que ainda não o obteve, o Kosovo, formalizou o pedido na quarta-feira.
Em 2013, a Croácia tornou-se o primeiro país dos Balcãs Ocidentais a aderir à UE, seguindo-se o Montenegro, a Sérvia, a Macedónia do Norte, a Albânia e, agora, a Bósnia-Herzegovina.
Em junho passado, os 27 já haviam tomado também a decisão histórica de conceder o estatuto de países candidatos à Ucrânia e Moldova.
c/ agências