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Caça ao homem após explosão que atingiu oligarca ucraniano no Mónaco
No Mónaco foram chamados dezenas de agentes, enquanto do lado francês dois helicópteros e cerca de 30 gendarmes estão mobilizados em torno do principado.
As autoridades do Mónaco e de França foram mobilizadas esta terça-feira para tentar localizar um homem suspeito de ter detonado uma bomba caseira no Mónaco que feriu gravemente um oligarca ucraniano e dois dos seus familiares.
Na noite de segunda-feira, um homem foi visto a deixar um pacote num edifício residencial do microestado mediterrânico de apenas dois quilómetros quadrados, num bairro muito próximo da fronteira com França.
Uma fonte da agência France-Presse indicou que o homem ferido no ataque é Vadim Ermolaev, oligarca nascido na Ucrânia que foi um importante empresário do ramo imobiliário em Dnipro. Deixou a Ucrânia há vários anos, renunciou à cidadania ucraniana e tornou-se cidadão de Chipre.
Residente no Mónaco, está sujeito, desde dezembro de 2023, a sanções ao abrigo de uma decisão do Conselho Nacional de Segurança promulgada pelo presidente Volodymyr Zelensky.
Segundo os serviços de segurança ucranianos, estas sanções devem-se à decisão do multimilionário de prosseguir as suas atividades de comércio de bebidas alcoólicas na Crimeia, sob ocupação russa.Autoridades avaliam se há mais pessoas em risco
Segundo Mirmand, o Ministério Público de Nice abriu um inquérito para permitir que as forças de segurança francesas participassem na perseguição do suspeito. "É a primeira vez na história, tanto quanto sei, que um ato deste tipo ocorre no principado", declarou. Os serviços de inteligência estão agora a tentar "determinar se outras pessoas poderão estar sujeitas a ameaças específicas", adiantou o responsável.
Para além dos três feridos, outras quatro pessoas foram assistidas pelas equipas de socorro, incluindo uma pessoa em estado de choque e várias vítimas de cortes causados pelos vidros projetados pela explosão.
O príncipe Alberto II do Mónaco denunciou "um crime hediondo" que representa "um choque para toda a comunidade monegasca".
"O Principado do Mónaco permanecerá unido e determinado face à violência e ao crime. A segurança da nossa comunidade sempre foi uma prioridade", acrescentou.
Com serviços de segurança de elevada capacidade e um sistema de videovigilância sofisticado, o Mónaco manteve durante muito tempo a imagem de um refúgio de paz particularmente seguro, embora alguns assaltos tenham perturbado a tranquilidade nos últimos anos.
c/ agências
Na noite de segunda-feira, um homem foi visto a deixar um pacote num edifício residencial do microestado mediterrânico de apenas dois quilómetros quadrados, num bairro muito próximo da fronteira com França.
O pacote explodiu por volta das 21h00, causando três feridos: um casal com idades entre os 50 e os 60 anos que estão agora em estado crítico e um adolescente de 13 anos em estado de emergência relativa, segundo as autoridades monegascas.
Segundo a imprensa local, o homem sofreu queimaduras graves e a mulher encontra-se entre a vida e a morte depois de os seus membros inferiores terem sido apanhados pela explosão.
Uma fonte da agência France-Presse indicou que o homem ferido no ataque é Vadim Ermolaev, oligarca nascido na Ucrânia que foi um importante empresário do ramo imobiliário em Dnipro. Deixou a Ucrânia há vários anos, renunciou à cidadania ucraniana e tornou-se cidadão de Chipre.
Residente no Mónaco, está sujeito, desde dezembro de 2023, a sanções ao abrigo de uma decisão do Conselho Nacional de Segurança promulgada pelo presidente Volodymyr Zelensky.
Segundo os serviços de segurança ucranianos, estas sanções devem-se à decisão do multimilionário de prosseguir as suas atividades de comércio de bebidas alcoólicas na Crimeia, sob ocupação russa.Autoridades avaliam se há mais pessoas em risco
O chefe de Governo do Mónaco, Christophe Mirmand, adiantou que o suspeito descrito pelas testemunhas foi identificado em imagens de videovigilância do Mónaco e de Beausoleil, o município francês vizinho para onde se dirigiu a pé.
Sem confirmar oficialmente a identidade das vítimas, o responsável disse não ter conhecimento de ameaças específicas dirigidas a Vadim Ermolaev.
"O comportamento da família antes de entrar no prédio não parecia revelar qualquer sinal de inquietação. Estavam vestidos com roupa de verão, descontraídos e não pareciam particularmente cautelosos", afirmou.
"O comportamento da família antes de entrar no prédio não parecia revelar qualquer sinal de inquietação. Estavam vestidos com roupa de verão, descontraídos e não pareciam particularmente cautelosos", afirmou.
Segundo Mirmand, o Ministério Público de Nice abriu um inquérito para permitir que as forças de segurança francesas participassem na perseguição do suspeito. "É a primeira vez na história, tanto quanto sei, que um ato deste tipo ocorre no principado", declarou. Os serviços de inteligência estão agora a tentar "determinar se outras pessoas poderão estar sujeitas a ameaças específicas", adiantou o responsável.
Para além dos três feridos, outras quatro pessoas foram assistidas pelas equipas de socorro, incluindo uma pessoa em estado de choque e várias vítimas de cortes causados pelos vidros projetados pela explosão.
O príncipe Alberto II do Mónaco denunciou "um crime hediondo" que representa "um choque para toda a comunidade monegasca".
"O Principado do Mónaco permanecerá unido e determinado face à violência e ao crime. A segurança da nossa comunidade sempre foi uma prioridade", acrescentou.
Com serviços de segurança de elevada capacidade e um sistema de videovigilância sofisticado, o Mónaco manteve durante muito tempo a imagem de um refúgio de paz particularmente seguro, embora alguns assaltos tenham perturbado a tranquilidade nos últimos anos.
c/ agências