Mundo
Caçadores furtivos comidos por leões
Pelo menos duas pessoas, suspeitas de serem caçadores furtivos, foram comidas por leões. O acidente decorreu na madrugada desta segunda-feira, mas os restos mortais só foram encontrados depois, na tarde de terça-feira.
Pelo menos duas pessoas foram comidas por leões na Sibuya, uma reserva de caça sul-africana. Os restos mortais foram encontrados por um dos guias turísticos da reserva, na terça-feira à tarde.
Junto dos corpos foram encontrados uma espingarda carregada com um silenciador, um machado, tesouras para cortar fio e comida – objetos tipicamente utilizados por caçadores furtivos de rinocerontes, que pretendem obter o chifre do animal.
De acordo com o jornal The Guardian, as autoridades também encontraram três pares de sapatos e luvas, pelo que se desconfia que possa existir uma terceira vítima.
Cão da brigada contra caçadores furtivos deu alerta
A reserva de Sibuya lançou ontem um comunicado onde explica o desenlace dos acontecimentos.
“Um dos cães da brigada de combate a caçadores furtivos alertou o dono, pelas 4h30 de segunda-feira, para um movimento suspeito”, descreveu Nick Fox, o dono da reserva.
No entanto, pela mesma altura, o dono do cão ouviu ruídos provenientes da zona dos leões. Visto a situação não ser anormal nessa zona, o dono atribuiu o alerta a uma briga entre os animais.
“Os caçadores furtivos entraram, claramente, numa zona onde se encontram seis leões”, afirmou Nick Fox.
Polícia continua à procura do terceiro caçador
Só na tarde de terça-feira é que um dos guias deu com os restos mortais. De acordo com o mesmo comunicado, foi necessário que o veterinário da reserva disparasse um tranquilizante sobre o grupo de leões, para se poderem recolher provas.
“Neste ponto não é exatamente claro quantos caçadores foram mortos, mas a polícia forense continua a investigar”, assegurou o dono da reserva.
Nos últimos dez anos, mais de sete mil rinocerontes foram mortos na África do Sul. O ano passado, o número rondou os mil.
Os dados são avançados pelo jornal The Guardian, que explica que o chifre de rinoceronte é muito procurado na China e no Vietname. Este é utilizado para medicamentos tradicionais, apesar de, como noticia a BBC, este ser feito do mesmo material que as unhas humanas.
Junto dos corpos foram encontrados uma espingarda carregada com um silenciador, um machado, tesouras para cortar fio e comida – objetos tipicamente utilizados por caçadores furtivos de rinocerontes, que pretendem obter o chifre do animal.
De acordo com o jornal The Guardian, as autoridades também encontraram três pares de sapatos e luvas, pelo que se desconfia que possa existir uma terceira vítima.
Cão da brigada contra caçadores furtivos deu alerta
A reserva de Sibuya lançou ontem um comunicado onde explica o desenlace dos acontecimentos.
“Um dos cães da brigada de combate a caçadores furtivos alertou o dono, pelas 4h30 de segunda-feira, para um movimento suspeito”, descreveu Nick Fox, o dono da reserva.
No entanto, pela mesma altura, o dono do cão ouviu ruídos provenientes da zona dos leões. Visto a situação não ser anormal nessa zona, o dono atribuiu o alerta a uma briga entre os animais.
“Os caçadores furtivos entraram, claramente, numa zona onde se encontram seis leões”, afirmou Nick Fox.
Polícia continua à procura do terceiro caçador
Só na tarde de terça-feira é que um dos guias deu com os restos mortais. De acordo com o mesmo comunicado, foi necessário que o veterinário da reserva disparasse um tranquilizante sobre o grupo de leões, para se poderem recolher provas.
“Neste ponto não é exatamente claro quantos caçadores foram mortos, mas a polícia forense continua a investigar”, assegurou o dono da reserva.
Nos últimos dez anos, mais de sete mil rinocerontes foram mortos na África do Sul. O ano passado, o número rondou os mil.
Os dados são avançados pelo jornal The Guardian, que explica que o chifre de rinoceronte é muito procurado na China e no Vietname. Este é utilizado para medicamentos tradicionais, apesar de, como noticia a BBC, este ser feito do mesmo material que as unhas humanas.