Mundo
"Cairá muito em breve". Trump volta a apontar Cuba como próximo alvo dos EUA
O presidente norte-americano já tinha mencionado que, a seguir ao Irão, Cuba seria o próximo alvo dos Estados Unidos. Numa entrevista à CNN, esta sexta-feira, Donald Trump afirmou que "muito em breve" cairá o Governo cubano, salientando que Havana tem "imensa vontade" de negociar com Washington.
Em entrevista telefónica à CNN, Trump começou por anunciar que a liderança do Irão foi “neutralizada” e que está a ver se encontra uma nova que trate bem os Estados Unidos - missão que comparou à da Venezuela.
“Vai funcionar muito bem. Vai funcionar como funcionou na Venezuela. Temos uma líder maravilhosa lá. Ela está a fazer um trabalho fantástico. E vai funcionar como na Venezuela”.
No encandeamento destas declarações, o presidente dos EUA acabou por dizer também que o regime comunista de Cuba é o próximo alvo e cairá “muito em breve”, após esta campanha “bem sucedida” no Médio Oriente.
“Cuba vai cair muito em breve, aliás, sem qualquer relação com o assunto, mas Cuba também vai cair. Têm imensa vontade de chegar a um acordo”.
Nas ótica de Trump, os cubanos “querem chegar a um acordo” e, para poder negociar, nomeou o secretário de Estado, Marco Rubio, cidadão cubano-norte-americano.
“Veremos como corre. Por agora, estamos muito concentrados nisto, o Irão”, acrescentou. “Temos muito tempo, mas Cuba está pronta, ao fim de 50 anos. Há 50 anos que a observo”.
Já na quinta-feira Donald Trump tinha dito, numa conferência na Casa Branca, que era apenas uma "questão de tempo" para que os cubano-americanos pudessem retornar ao país de origem, dando a entender que esse era o próximo ponto na agenda da Administração Trump após o conflito em curso com o Irão.
Também na quinta-feira, numa entrevista ao jornal digital Politico, Trump afirmou que a queda de Cuba seria “a cereja em cima do bolo”, depois do ataque militar de janeiro passado à Venezuela, em que os Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro, o mais próximo aliado de Havana.
Trump deu como exemplo “a maravilhosa colaboração” com o Governo da presidente interina chavista Delcy Rodríguez, com o qual Washington anunciou na quinta-feira que vai restabelecer relações diplomáticas, após décadas de afastamento de Caracas.
Nas últimas semanas, a comunicação social norte-americana noticiou contactos entre Marco Rubio e Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto do antigo presidente cubano Raúl Castro.
“Vai funcionar muito bem. Vai funcionar como funcionou na Venezuela. Temos uma líder maravilhosa lá. Ela está a fazer um trabalho fantástico. E vai funcionar como na Venezuela”.
No encandeamento destas declarações, o presidente dos EUA acabou por dizer também que o regime comunista de Cuba é o próximo alvo e cairá “muito em breve”, após esta campanha “bem sucedida” no Médio Oriente.
“Cuba vai cair muito em breve, aliás, sem qualquer relação com o assunto, mas Cuba também vai cair. Têm imensa vontade de chegar a um acordo”.
Nas ótica de Trump, os cubanos “querem chegar a um acordo” e, para poder negociar, nomeou o secretário de Estado, Marco Rubio, cidadão cubano-norte-americano.
“Veremos como corre. Por agora, estamos muito concentrados nisto, o Irão”, acrescentou. “Temos muito tempo, mas Cuba está pronta, ao fim de 50 anos. Há 50 anos que a observo”.
Já na quinta-feira Donald Trump tinha dito, numa conferência na Casa Branca, que era apenas uma "questão de tempo" para que os cubano-americanos pudessem retornar ao país de origem, dando a entender que esse era o próximo ponto na agenda da Administração Trump após o conflito em curso com o Irão.
Também na quinta-feira, numa entrevista ao jornal digital Politico, Trump afirmou que a queda de Cuba seria “a cereja em cima do bolo”, depois do ataque militar de janeiro passado à Venezuela, em que os Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro, o mais próximo aliado de Havana.
Trump deu como exemplo “a maravilhosa colaboração” com o Governo da presidente interina chavista Delcy Rodríguez, com o qual Washington anunciou na quinta-feira que vai restabelecer relações diplomáticas, após décadas de afastamento de Caracas.
Nas últimas semanas, a comunicação social norte-americana noticiou contactos entre Marco Rubio e Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto do antigo presidente cubano Raúl Castro.