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Cambridge Analytica. Facebook perdeu 80 mil milhões de dólares
As ações em bolsa da empresa norte-americana caíram 5% esta terça-feira, depois de notícias revelarem que Mark Zuckerberg aceitou testemunhar perante o Congresso norte-americano sobre o escândalo Cambridge Analytica.
Desde 16 de março, quando o Facebook suspendeu a Cambridge Analytica de usar a plataforma que a empresa já perdeu em bolsa cerca de 18%, o que representa uma perda no valor de mercado de cerca de 80 mil milhões de euros, de acordo com dados da CNN. O escândalo tem afetado o próprio índice tecnológico Nasdaq, que caiu 6%.
Depois de apelos repetidos nesse sentido, Mark Zuckerberg terá decidido testemunhar perante o Congresso norte-americano, de acordo com várias fontes citadas pela CNN. Os responsáveis pelos três gigantes digitais Facebook, Twitter e Facebook foram convidados formalmente a testemunhar sobre a proteção de dados pessoais a 10 de abril.
Washington deverá ser assim o centro do debate, deixando Londres na sombra. Na terça-feira, Mark Zuckerberg tinha feito saber que não iria testemunhar perante o Comité do Parlamento britânico, enviado em sua representação outros altos funcionários da empresa.
Ontem mesmo o antigo funcionário da Cambridge Analytica Christopher Wylie afirmava em entrevista que os dados pessoais de 50 milhões de utilizadores do Facebook teriam sido igualmente usados para influenciar o voto no referendo sobre o Brexit, além da campanha eleitoral norte-americana.
O movimento de companhias que anunciam a sua saída do Facebook continua. Desta feita, foi a revista Playboy a anunciar que iria abandonar a rede social, justificando a medida com “preocupações sobre a forma como é usada a informação pessoal dos utilizadores, tornando claro que devemos abandonar a plataforma”, escreveu no Twitter Cooper Hefner , filho do fundador da revista. Na passada semana, o milionário da tecnologia Elon Musk tinha apagado as suas páginas no Facebook.
Depois de apelos repetidos nesse sentido, Mark Zuckerberg terá decidido testemunhar perante o Congresso norte-americano, de acordo com várias fontes citadas pela CNN. Os responsáveis pelos três gigantes digitais Facebook, Twitter e Facebook foram convidados formalmente a testemunhar sobre a proteção de dados pessoais a 10 de abril.
Washington deverá ser assim o centro do debate, deixando Londres na sombra. Na terça-feira, Mark Zuckerberg tinha feito saber que não iria testemunhar perante o Comité do Parlamento britânico, enviado em sua representação outros altos funcionários da empresa.
Ontem mesmo o antigo funcionário da Cambridge Analytica Christopher Wylie afirmava em entrevista que os dados pessoais de 50 milhões de utilizadores do Facebook teriam sido igualmente usados para influenciar o voto no referendo sobre o Brexit, além da campanha eleitoral norte-americana.
O movimento de companhias que anunciam a sua saída do Facebook continua. Desta feita, foi a revista Playboy a anunciar que iria abandonar a rede social, justificando a medida com “preocupações sobre a forma como é usada a informação pessoal dos utilizadores, tornando claro que devemos abandonar a plataforma”, escreveu no Twitter Cooper Hefner , filho do fundador da revista. Na passada semana, o milionário da tecnologia Elon Musk tinha apagado as suas páginas no Facebook.