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Caso Benalla. Antigo segurança de Emmanuel Macron sentenciado a pena de prisão domiciliária
O antigo segurança do presidente francês Alexandre Benalla foi condenado esta sexta-feira a três anos de prisão, dois deles em pena suspensa, após terem vindo a público imagens suas. Em 2018, em protestos do primeiro dia de Maio, Benalla foi gravado a agredir manifestantes. Num primeiro momento Macron suspendeu o segurança, mas viu-se depois obrigado a despedir Benalla, num caso que originou um escândalo em França.
Os acontecimentos remontam às manifestações do Primeiro de Maio em 2018. Protestos em Paris e um vídeo publicado no Le Monde. Alex Benalla, então segurança de Emmanuel Macron, foi gravado a agredir manifestantes.
Em tribunal foi dito que o antigo segurança atuou “com um sentimento de impunidade e omnipotência”, para além de ser acusado de usar ilegalmente um passaporte diplomático e de ter na sua posse arma ilegal.
A imprensa francesa adiantou que a sentença é superior à pedida pelos procuradores, que pretendiam um ano e meio de pena suspensa. Benalla foi condenado a três anos de prisão, dois dos quais de pena suspensa. O antigo segurança do Eliseu deverá assim cumprir um ano de prisão domiciliária, sendo obrigado a usar pulseira eletrónica.
Em 2018, o presidente francês foi duramente criticado por não ter despedido de forma imediata Benalla. O segurança foi afastado sem vencimento e só após forte pressão pública e depois da publicação do vídeo que documentava as agressões Emmanuel Macron despediu Alexandre Benalla.
O vídeo mostra Benalla a agredir manifestantes durante uma operação policial de controlo da multidão. O então segurança estava destacado como observador mas acabou por fazer parte da operação, vestindo um uniforme policial. Em tribunal, Benalla disse que apenas queria ajudar a polícia e que nada tinha feito de ilegal.
A recusa de Macron em agir neste caso originaria um escândalo que colocou em causa o centralismo de poderes que do presidente. Emmanuel Macron rejeitou as acusações, declarando que o Eliseu nunca quis proteger Alexandre Benalla.
Em tribunal, Benalla disse que não sabia que não podia utilizar o passaporte diplomático e que cometeu um erro: “Não sou um bandido”, declarou o antigo segurança no inquérito que se seguiu aos acontecimentos, logo em setembro de 2018.
Em tribunal foi dito que o antigo segurança atuou “com um sentimento de impunidade e omnipotência”, para além de ser acusado de usar ilegalmente um passaporte diplomático e de ter na sua posse arma ilegal.
A imprensa francesa adiantou que a sentença é superior à pedida pelos procuradores, que pretendiam um ano e meio de pena suspensa. Benalla foi condenado a três anos de prisão, dois dos quais de pena suspensa. O antigo segurança do Eliseu deverá assim cumprir um ano de prisão domiciliária, sendo obrigado a usar pulseira eletrónica.
Em 2018, o presidente francês foi duramente criticado por não ter despedido de forma imediata Benalla. O segurança foi afastado sem vencimento e só após forte pressão pública e depois da publicação do vídeo que documentava as agressões Emmanuel Macron despediu Alexandre Benalla.
O vídeo mostra Benalla a agredir manifestantes durante uma operação policial de controlo da multidão. O então segurança estava destacado como observador mas acabou por fazer parte da operação, vestindo um uniforme policial. Em tribunal, Benalla disse que apenas queria ajudar a polícia e que nada tinha feito de ilegal.
A recusa de Macron em agir neste caso originaria um escândalo que colocou em causa o centralismo de poderes que do presidente. Emmanuel Macron rejeitou as acusações, declarando que o Eliseu nunca quis proteger Alexandre Benalla.
Em tribunal, Benalla disse que não sabia que não podia utilizar o passaporte diplomático e que cometeu um erro: “Não sou um bandido”, declarou o antigo segurança no inquérito que se seguiu aos acontecimentos, logo em setembro de 2018.