Mundo
Centenas de desaparecidos em naufrágio na Coreia do Sul
Cerca de 300 pessoas continuam desaparecidas horas depois do naufrágio de um ferry junto à costa da Coreia do Sul. A embarcação transportava 477 pessoas, na sua maioria estudantes do Ensino Secundário. Até agora há duas mortes confirmadas e sete feridos, mas teme-se o pior, porque as águas onde se deu o desastre são frias e qualquer sobrevivente sofreria de hipotermia ao fim de duas horas. Participam nas buscas mais de 100 navios e 18 helicópteros.
Os últimos números dizem que 164 pessoas foram resgatadas. Inicialmente, as autoridades sul-coreanas tinham dito que 368 pessoas tinham sido resgatadas e 100 estavam desaparecidas mas admitiram mais tarde tratar-se de um engano.
O Ferry Sewol tinha largado terça-feira à noite do porto de Incheon a 30 quilómetros de Seul. Já na madrugada de quarta-feira enviou um SOS, pondo em marcha uma operação de socorro que envolve mais de 100 barcos da guarda costeira, marinha e embarcações de pesca.
Não há indicações sobre o que causou o naufrágio, mas sobreviventes dizem ter sentido um grande impacto e ouvido um forte ruído, após o que o ferry adornou para um dos lados acabando por se voltar.
As condições atmosféricas podem ter alguma relação com o sucedido, já que um forte nevoeiro se abateu durante a madrugada na região, levando ao cancelamento de muitos serviços de ferry boat.
Testemunhas dizem que muitos dos desaparecidos podem estar ainda no interior do navio virado. Um dos dois mortos até agora confirmados foi localizado no interior da embarcação. A outra vítima mortal sucumbiu pouco depois de chegar ao hospital.

Foto: Yonhap/ EPA
Entre os passageiros havia 338 alunos do liceu Danvon, que se localiza em Ansan, um subúrbio se Seul. Embora um responsável da escola tenha dito inicialmente que todos tinham sido salvos, a notícia não se veio infelizmente a confirmar.
A temperatura da água na zona é de 12 graus centigrados e os socorristas dizem que é suficientemente fria para que qualquer causar sintomas de hipotermia ao cabo de 90 minutos a duas horas.
Os responsáveis pelas operações de socorro informaram também que a existencia de lama no leito do mar está a dificultar as buscas.
Quando naufragou, o Sewol transportava 477 pessoas e 150 veículos. O excesso de carga não será a explicação para o desastre, já que a embarcação tinha capacidade para 900 pessoas. Os registos mostram que foi construída no Japão em 1994.
O Ferry Sewol tinha largado terça-feira à noite do porto de Incheon a 30 quilómetros de Seul. Já na madrugada de quarta-feira enviou um SOS, pondo em marcha uma operação de socorro que envolve mais de 100 barcos da guarda costeira, marinha e embarcações de pesca.
Não há indicações sobre o que causou o naufrágio, mas sobreviventes dizem ter sentido um grande impacto e ouvido um forte ruído, após o que o ferry adornou para um dos lados acabando por se voltar.
As condições atmosféricas podem ter alguma relação com o sucedido, já que um forte nevoeiro se abateu durante a madrugada na região, levando ao cancelamento de muitos serviços de ferry boat.
Testemunhas dizem que muitos dos desaparecidos podem estar ainda no interior do navio virado. Um dos dois mortos até agora confirmados foi localizado no interior da embarcação. A outra vítima mortal sucumbiu pouco depois de chegar ao hospital.
Foto: Yonhap/ EPA
Entre os passageiros havia 338 alunos do liceu Danvon, que se localiza em Ansan, um subúrbio se Seul. Embora um responsável da escola tenha dito inicialmente que todos tinham sido salvos, a notícia não se veio infelizmente a confirmar.
A temperatura da água na zona é de 12 graus centigrados e os socorristas dizem que é suficientemente fria para que qualquer causar sintomas de hipotermia ao cabo de 90 minutos a duas horas.
Os responsáveis pelas operações de socorro informaram também que a existencia de lama no leito do mar está a dificultar as buscas.
Quando naufragou, o Sewol transportava 477 pessoas e 150 veículos. O excesso de carga não será a explicação para o desastre, já que a embarcação tinha capacidade para 900 pessoas. Os registos mostram que foi construída no Japão em 1994.