Mundo
China. Clone do gato Garlic custou 35 mil dólares
Começou para dar resposta a questões ciêntificas, mas a clonagem é agora um negócio em expansão. Em 2017 foram clonados 40 cães de estimação, na Sinogene, uma empresa chinesa que se dedica à comercialização de clones de animais de estimação. Este ano, clonou-se o primeiro gato: Garlic. Custou 35 mil dólares. Foi clonado para aliviar o luto de Huang Yu, o dono do primeiro Garlic.
Depois de Dolly, já inúmeros animais foram clonados em prol da investigação científica. Desde o gato CC, ao cão Snoopy, ou até à macaca Tetra, várias foram as espécies elaboradas e concebidas em laboratório. Todos com o mesmo objetivo: gerar evolução científica.
Porém o paradigma está a alterar-se. Hoje qualquer um pode decidir clonar um animal. Ou melhor, pagar para que os especialistas o façam.
Em Portugal a maioria das pessoas (51%) considera os animais de estimação como um “membro da família”, revela o estudo do Zoom in, realizado em 2016. Este apego entre o homem e os animais faz com que a morte destes seja cada vez mais, equiparada à perda de um familiar.
No entanto, há forma de contornar este luto. Na China, através da Sinogene, empresa que se dedica à clonagem de animais de estimação, já é possível substituir o animal falecido por um quase igual. Copiam-se os genes e usa-se outro animal da mesma espécie como “barriga de aluguer”.
Os preços dos serviços variam consoante a espécie. Para clonar um felino são necessários 35 mil dólares. Para o mesmo processo em caninos o valor são 53 mil dólares. Segundo o chefe executivo da empresa, o objetivo “é responder às necessidades emocionais das gerações mais novas”, explicou à AFP.
Desde 2017 foram clonados 40 cães na empresa. Este ano, clonou-se o primeiro gato de estimação: o Garlic. Este felino, clone do antigo Garlic, pertence a Huang Yu, um empresário de 23 anos que não conseguiu aceitar a morte do primeiro animal de estimação.
Após a morte do Garlic (original), o jovem decidiu enterrar o corpo do felino num parque próximo da casa onde vive. Porém, dada a dificuldade em lidar com a morte do animal, Huang voltou ao local do enterro, retirou o corpo da terra e colocou-o na geleira de casa para o manter viável para o processo de clonagem.
Sete meses depois do serviço contratado, a Sinogene entregou o novo Garlic ao dono. Não é totalmente igual, porém Huang garante que a semelhança física é de 90% e espera que a personalidade também se venha a revelar idêntica.
Embora o serviço atualmente seja apenas uma resposta a carências emocionais, este avanço científico pode vir a evitar a extinção de algumas espécies no futuro, como por exemplo os pandas gigantes.
O negócio de clonagem desta empresa chinesa ainda se encontra numa fase inicial. No entanto, de acordo com a Reuters, a indústria de biotecnologia chinesa está a crescer de forma mais rápida que a ocidental, dada as poucas regulações que enfrenta.
Segundo o jornal chinês Global Times, o próximo passo da Sinogene é usar a inteligência artificial para transferir as memórias do animal falecido para o clone, o que permitiria maior semelhança no comportamento dos dois.
Além da China, existem outros países, como os Estados Unidos da América e Coreia do Sul, em que a comercialização de animais clonados é permitida.
Porém o paradigma está a alterar-se. Hoje qualquer um pode decidir clonar um animal. Ou melhor, pagar para que os especialistas o façam.
Em Portugal a maioria das pessoas (51%) considera os animais de estimação como um “membro da família”, revela o estudo do Zoom in, realizado em 2016. Este apego entre o homem e os animais faz com que a morte destes seja cada vez mais, equiparada à perda de um familiar.
No entanto, há forma de contornar este luto. Na China, através da Sinogene, empresa que se dedica à clonagem de animais de estimação, já é possível substituir o animal falecido por um quase igual. Copiam-se os genes e usa-se outro animal da mesma espécie como “barriga de aluguer”.
Os preços dos serviços variam consoante a espécie. Para clonar um felino são necessários 35 mil dólares. Para o mesmo processo em caninos o valor são 53 mil dólares. Segundo o chefe executivo da empresa, o objetivo “é responder às necessidades emocionais das gerações mais novas”, explicou à AFP.
Desde 2017 foram clonados 40 cães na empresa. Este ano, clonou-se o primeiro gato de estimação: o Garlic. Este felino, clone do antigo Garlic, pertence a Huang Yu, um empresário de 23 anos que não conseguiu aceitar a morte do primeiro animal de estimação.
Após a morte do Garlic (original), o jovem decidiu enterrar o corpo do felino num parque próximo da casa onde vive. Porém, dada a dificuldade em lidar com a morte do animal, Huang voltou ao local do enterro, retirou o corpo da terra e colocou-o na geleira de casa para o manter viável para o processo de clonagem.
Sete meses depois do serviço contratado, a Sinogene entregou o novo Garlic ao dono. Não é totalmente igual, porém Huang garante que a semelhança física é de 90% e espera que a personalidade também se venha a revelar idêntica.
Embora o serviço atualmente seja apenas uma resposta a carências emocionais, este avanço científico pode vir a evitar a extinção de algumas espécies no futuro, como por exemplo os pandas gigantes.
O negócio de clonagem desta empresa chinesa ainda se encontra numa fase inicial. No entanto, de acordo com a Reuters, a indústria de biotecnologia chinesa está a crescer de forma mais rápida que a ocidental, dada as poucas regulações que enfrenta.
Segundo o jornal chinês Global Times, o próximo passo da Sinogene é usar a inteligência artificial para transferir as memórias do animal falecido para o clone, o que permitiria maior semelhança no comportamento dos dois.
Além da China, existem outros países, como os Estados Unidos da América e Coreia do Sul, em que a comercialização de animais clonados é permitida.