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Colômbia autoriza operações conjuntas anti-droga com os EUA
A Colômbia autorizou Washington a realizar operações conjuntas anti-droga, anunciou o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, esta quarta-feira.
O secretário de Defesa dos EUA e o ministro da Defesa da Colômbia, Jorge Eduardo Mora, assinaram, esta quarta-feira, os documentos para dar as boas-vindas à Colômbia à coligação de nações latino-americanas no combate ao narcotráfico, durante uma cerimônia no Panamá.
Bogotá "solicitou ao Pentágono que se unisse à Colômbia na sua luta contra o narcoterrorismo, autorizando operações militares conjuntas", anunciou Hegseth durante a cerimónia.
"Medidas proativas e concretas como estas ilustram perfeitamente o tipo de participação (...) que esperamos dos nossos parceiros", acrescentou.
A medida permite que os EUA deem mais um passo na luta contra o narcotráfico na América Latina e é anunciada cinco dias depois da tomada de posse do novo presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella. De la Espriella, eleito a 21 de junho, sucedeu a Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda da história da Colômbia.
O novo presidente da Colômbia posiciona-se como um “outsider” anti-establishment, inspirado em figuras como Donald Trump e Javier Milei.
No discurso de tomada de posse, De la Espriella prometeu adotar uma linha de “mão de ferro”, restaurando a “ordem” e a “autoridade” e combatendo “implacavelmente” o narcoterrorismo, afirmando que a opção do diálogo com os principais grupos armados estava completamente esgotada.
Prometeu ainda intensificar, com o apoio de Israel e dos Estados Unidos, os bombardeamentos contra as guerrilhas e os narcotraficantes que estão ativos na Colômbia, e construir megaprisões semelhantes às de El Salvador.
Três dias após a tomada de posse, a Colômbia foi atingida por um terremoto de magnitude 7,4, que provocou centenas de mortos e tornou-se o primeiro grande teste de gestão de crise do seu Governo de Espriella.
A Colômbia anunciou que só aceita equipas de resgate dos EUA, Equador, Chile e Israel – países governados por Governos de direita. No entanto, Bogotá negou ter recusado ajuda por motivos ideológicos.
c/agências
Bogotá "solicitou ao Pentágono que se unisse à Colômbia na sua luta contra o narcoterrorismo, autorizando operações militares conjuntas", anunciou Hegseth durante a cerimónia.
"Medidas proativas e concretas como estas ilustram perfeitamente o tipo de participação (...) que esperamos dos nossos parceiros", acrescentou.
A medida permite que os EUA deem mais um passo na luta contra o narcotráfico na América Latina e é anunciada cinco dias depois da tomada de posse do novo presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella. De la Espriella, eleito a 21 de junho, sucedeu a Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda da história da Colômbia.
O novo presidente da Colômbia posiciona-se como um “outsider” anti-establishment, inspirado em figuras como Donald Trump e Javier Milei.
No discurso de tomada de posse, De la Espriella prometeu adotar uma linha de “mão de ferro”, restaurando a “ordem” e a “autoridade” e combatendo “implacavelmente” o narcoterrorismo, afirmando que a opção do diálogo com os principais grupos armados estava completamente esgotada.
Prometeu ainda intensificar, com o apoio de Israel e dos Estados Unidos, os bombardeamentos contra as guerrilhas e os narcotraficantes que estão ativos na Colômbia, e construir megaprisões semelhantes às de El Salvador.
Três dias após a tomada de posse, a Colômbia foi atingida por um terremoto de magnitude 7,4, que provocou centenas de mortos e tornou-se o primeiro grande teste de gestão de crise do seu Governo de Espriella.
A Colômbia anunciou que só aceita equipas de resgate dos EUA, Equador, Chile e Israel – países governados por Governos de direita. No entanto, Bogotá negou ter recusado ajuda por motivos ideológicos.
c/agências