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COVID-19
Covid-19. EUA abrem fronteiras para viajantes estrangeiros
Os Estados Unidos reabrem hoje as suas fronteiras terrestres e aéreas aos passageiros estrangeiros com a vacina completa contra a covid-19, passado um ano e meio de terem sido encerradas.
Termina assim a espera de regiões como a Europa, que aguardava uma medida recíproca de Washington desde que a União Europeia (UE) abriu suas portas aos norte-americanos vacinados no início do verão.
A partir de hoje, segundo a Casa Branca, os estrangeiros que desejem entrar nos Estados Unidos para visitas consideradas não essenciais, como turismo ou para encontros familiares, poderão fazê-lo tanto por via aérea como pelas fronteiras terrestres do México e Canadá.
Também poderão fazê-lo viajantes internacionais vacinados e que voem de países até então sujeitos a restrições de viagem devido à pandemia, lista que incluiu os 26 estados europeus do espaço Schengen, além do Reino Unido, Irlanda, Brasil, China, Irão, África do Sul e Índia.
A abertura das fronteiras ocorre depois de os Estados Unidos terem atingido 70% da sua população adulta totalmente vacinada, com a administração de doses de reforço para maiores de 65 anos e a vacinação de crianças entre os cinco e os 11 anos a começar esta semana.
Os Estados Unidos aceitarão todas as vacinas licenciadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Além da obrigatoriedade da vacina, os passageiros internacionais devem apresentar teste à covid-19 negativo (PCR ou antígenos) realizado três dias antes da viagem aos Estados Unidos.
Já as crianças menores de 2 anos estão isentas tanto da vacina quanto do teste.
A partir de hoje, segundo a Casa Branca, os estrangeiros que desejem entrar nos Estados Unidos para visitas consideradas não essenciais, como turismo ou para encontros familiares, poderão fazê-lo tanto por via aérea como pelas fronteiras terrestres do México e Canadá.
Também poderão fazê-lo viajantes internacionais vacinados e que voem de países até então sujeitos a restrições de viagem devido à pandemia, lista que incluiu os 26 estados europeus do espaço Schengen, além do Reino Unido, Irlanda, Brasil, China, Irão, África do Sul e Índia.
A abertura das fronteiras ocorre depois de os Estados Unidos terem atingido 70% da sua população adulta totalmente vacinada, com a administração de doses de reforço para maiores de 65 anos e a vacinação de crianças entre os cinco e os 11 anos a começar esta semana.
Os Estados Unidos aceitarão todas as vacinas licenciadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Além da obrigatoriedade da vacina, os passageiros internacionais devem apresentar teste à covid-19 negativo (PCR ou antígenos) realizado três dias antes da viagem aos Estados Unidos.
O Departamento de Segurança Interna (na sigla em inglês DHS) prevê que "devido ao maior volume de viajantes, os tempos de espera na alfândega serão prolongados", por isso recomenda que tenham os documentos na mão e que tenham "paciência", conforme indicado em um comunicado divulgado na semana passada.
Viajantes internacionais totalmente vacinados não devem cumprir a quarentena ao chegar aos Estados Unidos, mas devem fornecer informações de contacto para facilitar o rastreamento em caso de contágio.
Crianças com idades entre 2 e 17 anos não precisam de estar vacinadas para entrar nos Estados Unidos, mas devem preencher a condição de apresentar um teste de covid-19 negativo realizado três dias antes da viagem.