Mundo
COVID-19
Covid-19. Mais 1.660 mortos e 38.927 novos casos no Brasil
O Brasil somou 1.660 mortos e 38.927 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total para 313.866 óbitos e 12.573.615 infeções desde o início da pandemia, informou o executivo.
Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde, que dá conta de uma taxa de incidência da doença no país de 149 mortes e 5.983 casos por 100 mil habitantes, numa nação com uma população estimada em 212 milhões de habitantes.
Os números contabilizados nesta segunda-feira ficam abaixo da média da semana anterior, quando o país registou novos recordes de vítimas mortais (mais de 3.000 num só dia) e infeções (ultrapassou 100 mil casos em 24 horas).
Contudo, segundo explicações do próprio governo, essa diminuição é fruto de uma carência de recursos humanos ao fim de semana para testar e recolher os dados, sendo que estes acabam por ser consolidados às terças-feiras.
Das 27 unidades federativas do Brasil, que atravessa o seu momento mais critico da pandemia, as que concentram maior número de infeções são São Paulo (2.425.320), Minas Gerais (1.103.687), Paraná (839.764) e Rio Grande do Sul (832.007).
São Paulo (72.283), Rio de Janeiro (36.149), Minas Gerais (23.788) e Rio Grande do Sul (19.020) são, por sua vez, os Estados com mais vítimas mortais.
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, 10.969.247 pessoas recuperaram da doença até ao momento, sendo que 1.290.502 pacientes infetados estão sob acompanhamento médico.Desrespeito da população continua
Apesar de a cidade de São Paulo, a mais populosa do país, e do Estado do Rio de Janeiro terem iniciado na sexta-feira um período de feriados antecipados, que durará dez dias, com o objetivo diminuir a circulação de pessoas nas ruas, as autoridades policiais detetaram centenas de aglomerações.
Contudo, nem só os populares não cumpriram os decretos estaduais e municipais. O governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, causou polémica ao celebrar o seu aniversário de 42 anos, no domingo, com uma festa que juntou convidados num número superior ao permitido.
Segundo uma reportagem da rede Globo, várias pessoas aglomeraram-se sem máscara na festa de aniversário, na casa do governador, na cidade de Petrópolis (Rio de Janeiro).
Na última sexta-feira, Castro chegou mesmo a fazer um apelo à população do Rio de Janeiro, para que respeitassem as medidas restritivas.
"Não é hora de fazermos festa. Tem muita gente morrendo, muita gente na fila de um hospital. Esse é um feriado para nós ficarmos em casa", disse na ocasião.
Após a repercussão negativa, o governador divulgou um vídeo desculpando-se por ter realizado o evento, reconhecendo "o erro".
"Foi um almoço com os meus familiares, pessoas que já convivem comigo diariamente. Realmente, alguns amigos acabaram aparecendo. E eu queria pedir desculpa, reconhecer o erro e pedir desculpa para toda a população fluminense", afirmou o governador.
Os números contabilizados nesta segunda-feira ficam abaixo da média da semana anterior, quando o país registou novos recordes de vítimas mortais (mais de 3.000 num só dia) e infeções (ultrapassou 100 mil casos em 24 horas).
Contudo, segundo explicações do próprio governo, essa diminuição é fruto de uma carência de recursos humanos ao fim de semana para testar e recolher os dados, sendo que estes acabam por ser consolidados às terças-feiras.
Das 27 unidades federativas do Brasil, que atravessa o seu momento mais critico da pandemia, as que concentram maior número de infeções são São Paulo (2.425.320), Minas Gerais (1.103.687), Paraná (839.764) e Rio Grande do Sul (832.007).
São Paulo (72.283), Rio de Janeiro (36.149), Minas Gerais (23.788) e Rio Grande do Sul (19.020) são, por sua vez, os Estados com mais vítimas mortais.
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, 10.969.247 pessoas recuperaram da doença até ao momento, sendo que 1.290.502 pacientes infetados estão sob acompanhamento médico.Desrespeito da população continua
Apesar de a cidade de São Paulo, a mais populosa do país, e do Estado do Rio de Janeiro terem iniciado na sexta-feira um período de feriados antecipados, que durará dez dias, com o objetivo diminuir a circulação de pessoas nas ruas, as autoridades policiais detetaram centenas de aglomerações.
Contudo, nem só os populares não cumpriram os decretos estaduais e municipais. O governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, causou polémica ao celebrar o seu aniversário de 42 anos, no domingo, com uma festa que juntou convidados num número superior ao permitido.
Segundo uma reportagem da rede Globo, várias pessoas aglomeraram-se sem máscara na festa de aniversário, na casa do governador, na cidade de Petrópolis (Rio de Janeiro).
Na última sexta-feira, Castro chegou mesmo a fazer um apelo à população do Rio de Janeiro, para que respeitassem as medidas restritivas.
"Não é hora de fazermos festa. Tem muita gente morrendo, muita gente na fila de um hospital. Esse é um feriado para nós ficarmos em casa", disse na ocasião.
Após a repercussão negativa, o governador divulgou um vídeo desculpando-se por ter realizado o evento, reconhecendo "o erro".
"Foi um almoço com os meus familiares, pessoas que já convivem comigo diariamente. Realmente, alguns amigos acabaram aparecendo. E eu queria pedir desculpa, reconhecer o erro e pedir desculpa para toda a população fluminense", afirmou o governador.