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Covid-19. Reino Unido aprova vacina de Oxford
Os reguladores britânicos aprovaram a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca, abrindo a possibilidade de aumentar rapidamente a vacinação em poucos dias.
Ao contrário da vacina da Pfizer/BioNTech, que começou a ser administrada no país a 7 de dezembro, a da Oxford/AstraZeneca necessita apenas de refrigeração normal e é facilmente transportável. A distribuição pelos centros de saúde e lares de terceira idade será rápida.
O Reino Unido encomendou 100 milhões de doses de vacinas, dos quais quatro milhões estarão disponíveis nos próximos dias.
Segundo as autoridades de saúde britânicas, “a vacina estará disponível para os que correm maior risco de contrair Covid-19”.
A decisão de aprovar a vacina da Oxford/AstraZeneca “seguiu testes clínicos rigorosos e uma análise minuciosa dos dados por parte da Autoridade Reguladora de Medicamentos, que concluiu que a vacina cumpre os rígidos padrões de segurança, qualidade e eficácia”.
Para o secretário de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, a aprovação sinaliza uma “possibilidade de terminar" com a pandemia de Covid-19.
“Com esta aprovação, estou altamente confiante de que poderemos ter um número suficiente de pessoas vulneráveis até à primavera para podermos sair desta pandemia”, afirmou Matt Hancock.
Segundo o responsável. “as próximas semanas vão ser difíceis. Podemos sentir a pressão no serviço nacional de saúde e é essencial que as pessoas sigam as regras e façam tudo ao seu alcance para impedir a propagação do novo coronavírus, principalmente a nova variante que se transmite muito rapidamente”.
“Mas sabemos que há saída para isso. A vacina fornece esse caminho”, acrescentou.
Já o responsável da AstraZeneca, Pascal Soriot, considera que “hoje é um dia importante para milhões de pessoas no Reino Unido que vão ter acesso a esta nova vacina, que se tem demonstrado ser eficaz, bem tolerada, simples de administrar e é fornecida pela AstraZeneca sem qualquer lucro”.
“A avaliação do regulador de que esta vacina é segura e eficaz é um momento marcante e um apoio ao enorme esforço de uma equipa de investigadores, pesquisadores e participantes nos testes”, sublinhou Andrew Pollard, o investigador-chefe do estudo realizado pela Universidade de Oxford.
As vacinas aprovadas
A avaliação da vacina da Oxford/ AstraZeneca demorou mais tempo a ser aprovada pelas autoridades de saúde do Reino Unido do que da Pfizer/BioNTech.
A vacina da Pfizer/BioNTech, baseada numa nova tecnologia de mRNA, teve resultados muito positivos e diretos, com 95 por cento de eficácia num ensaio internacional que envolveu 43 mil pessoas.
Já a da Oxford/AstraZeneca teve 62 por cento de eficácia num ensaio que abrangeu 11.636 pessoas às quais foram administradas duas doses completas da vacina, mas 90 por cento de eficácia num pequeno subgrupo adicional de 2741 pessoas no Reino Unido, que receberam meia dose da vacina, seguida da uma dose inteira quatro semanas depois.
Nenhum dos voluntários nos testes que foram inoculados ficou gravemente doente ou foi hospitalizado.
O Reino Unido encomendou 100 milhões de doses de vacinas, dos quais quatro milhões estarão disponíveis nos próximos dias.
A prioridade será inocular o maior número de pessoas de grupos de risco.
As primeiras doses já estão no país e nos próximos dias serão produzidos mais em fábricas do Reino Unido.
Segundo as autoridades de saúde britânicas, “a vacina estará disponível para os que correm maior risco de contrair Covid-19”.
A decisão de aprovar a vacina da Oxford/AstraZeneca “seguiu testes clínicos rigorosos e uma análise minuciosa dos dados por parte da Autoridade Reguladora de Medicamentos, que concluiu que a vacina cumpre os rígidos padrões de segurança, qualidade e eficácia”.
Para o secretário de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, a aprovação sinaliza uma “possibilidade de terminar" com a pandemia de Covid-19.
“Com esta aprovação, estou altamente confiante de que poderemos ter um número suficiente de pessoas vulneráveis até à primavera para podermos sair desta pandemia”, afirmou Matt Hancock.
Segundo o responsável. “as próximas semanas vão ser difíceis. Podemos sentir a pressão no serviço nacional de saúde e é essencial que as pessoas sigam as regras e façam tudo ao seu alcance para impedir a propagação do novo coronavírus, principalmente a nova variante que se transmite muito rapidamente”.
“Mas sabemos que há saída para isso. A vacina fornece esse caminho”, acrescentou.
Já o responsável da AstraZeneca, Pascal Soriot, considera que “hoje é um dia importante para milhões de pessoas no Reino Unido que vão ter acesso a esta nova vacina, que se tem demonstrado ser eficaz, bem tolerada, simples de administrar e é fornecida pela AstraZeneca sem qualquer lucro”.
“A avaliação do regulador de que esta vacina é segura e eficaz é um momento marcante e um apoio ao enorme esforço de uma equipa de investigadores, pesquisadores e participantes nos testes”, sublinhou Andrew Pollard, o investigador-chefe do estudo realizado pela Universidade de Oxford.
As vacinas aprovadas
A avaliação da vacina da Oxford/ AstraZeneca demorou mais tempo a ser aprovada pelas autoridades de saúde do Reino Unido do que da Pfizer/BioNTech.
A vacina da Pfizer/BioNTech, baseada numa nova tecnologia de mRNA, teve resultados muito positivos e diretos, com 95 por cento de eficácia num ensaio internacional que envolveu 43 mil pessoas.
Já a da Oxford/AstraZeneca teve 62 por cento de eficácia num ensaio que abrangeu 11.636 pessoas às quais foram administradas duas doses completas da vacina, mas 90 por cento de eficácia num pequeno subgrupo adicional de 2741 pessoas no Reino Unido, que receberam meia dose da vacina, seguida da uma dose inteira quatro semanas depois.
Nenhum dos voluntários nos testes que foram inoculados ficou gravemente doente ou foi hospitalizado.