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Criança síria morre em naufrágio de migrantes perto da ilha de Lesbos
Uma criança morreu e outra foi hospitalizada depois de um barco ter naufragado com dezenas de refugiados e migrantes a bordo, perto da ilha Lesbos, na Grécia, informou a polícia portuária grega. O incidente ocorreu após o Governo turco ter aberto a fronteira, na semana passada, para permitir que os migrantes chegassem à Europa.
As duas crianças foram encontradas "inconscientes" cerca das 6h30 locais no Mar Egeu, disse um porta-voz à agência noticiosa France Presse.
Uma das crianças não resistiu aos ferimentos, enquanto a outra foi levada para o hospital, estando fora de perigo. Outras 46 pessoas foram salvas após o resgate.A guarda costeira da Grécia alegou que os ocupantes derrubaram deliberadamente o barco quando um dos seus navios se aproximou.
O porta-voz do Governo grego, Stelios Petsas, referiu que a Turquia estava a incentivar as pessoas a passarem a fronteira grega.
“Em vez de restringir as redes de contrabando, a própria Turquia tornou-se contrabandista”, acrescentou Petsas.
Milhares de refugiados e migrantes estão a tentar encontrar uma maneira de ultrapassar a fronteira ocidental da Turquia com a Grécia.
“Pelo menos mil refugiados conseguiram chegar às ilhas gregas do Egeu desde a manhã de domingo”, afirmou um polícia à agência de noticiosa britânica Reuters.
Este acontecimento ocorreu depois de a Turquia ter aberto o seu lado da fronteira para refugiados e migrantes permitindo que estes entrassem na Europa. A Turquia abriu as suas fronteiras numa altura em que se encontra no meio de uma ofensiva do Governo sírio apoiado pela Rússia na província de Idlib.
“As pessoas aqui na ilha estão a ficar muito nervosas e algumas têm demonstrado determinação para impedirem que as autoridades façam o que normalmente fazem, que é a busca e o salvamento no mar e o reabastecimento de água”, disse John Psaropoulos, da Al Jazeera.
O jornalista referiu também que os habitantes da ilha “estão a bloquear as estradas para as equipas de filmagem, para todos os jornalistas, autoridades e também para qualquer pessoa que tenha algum trabalho no campo”.
O primeiro-ministro da Grécia, Kyriákos Mitsotákis, anunciou que também estava a “congelar” os pedidos de asilo após uma reunião do Conselho de Segurança Nacional que decorreu no domingo.
“A partir de agora, não aceitaremos novos pedidos de asilo no período de um mês”, escreveu Kyriakos Mitsotakis na sua conta de Twitter.
A fronteira marítima entre a Grécia e a Turquia, com centenas de quilómetros de extensão, é patrulhada por cerca de 40 embarcações e barcos da patrulha costeira grega, auxiliada por uma equipa da Agência Europeia de Fronteiras e Guarda Costeira.
Uma das crianças não resistiu aos ferimentos, enquanto a outra foi levada para o hospital, estando fora de perigo. Outras 46 pessoas foram salvas após o resgate.A guarda costeira da Grécia alegou que os ocupantes derrubaram deliberadamente o barco quando um dos seus navios se aproximou.
“O relato dos guardas costeiros é de que o bote de borracha se aproximou da linha de fronteira marítima acompanhada por um navio turco da guarda costeira”, disse John Psaropoulos da Al Jazeera, uma emissora de televisão do Qatar, acrescentando que este “se afastou depois de garantir que o barco tinha entrado em águas gregas”.
O porta-voz do Governo grego, Stelios Petsas, referiu que a Turquia estava a incentivar as pessoas a passarem a fronteira grega.
“Em vez de restringir as redes de contrabando, a própria Turquia tornou-se contrabandista”, acrescentou Petsas.
Milhares de refugiados e migrantes estão a tentar encontrar uma maneira de ultrapassar a fronteira ocidental da Turquia com a Grécia.
“Pelo menos mil refugiados conseguiram chegar às ilhas gregas do Egeu desde a manhã de domingo”, afirmou um polícia à agência de noticiosa britânica Reuters.
Este acontecimento ocorreu depois de a Turquia ter aberto o seu lado da fronteira para refugiados e migrantes permitindo que estes entrassem na Europa. A Turquia abriu as suas fronteiras numa altura em que se encontra no meio de uma ofensiva do Governo sírio apoiado pela Rússia na província de Idlib.
“As pessoas aqui na ilha estão a ficar muito nervosas e algumas têm demonstrado determinação para impedirem que as autoridades façam o que normalmente fazem, que é a busca e o salvamento no mar e o reabastecimento de água”, disse John Psaropoulos, da Al Jazeera.
O jornalista referiu também que os habitantes da ilha “estão a bloquear as estradas para as equipas de filmagem, para todos os jornalistas, autoridades e também para qualquer pessoa que tenha algum trabalho no campo”.
O primeiro-ministro da Grécia, Kyriákos Mitsotákis, anunciou que também estava a “congelar” os pedidos de asilo após uma reunião do Conselho de Segurança Nacional que decorreu no domingo.
“A partir de agora, não aceitaremos novos pedidos de asilo no período de um mês”, escreveu Kyriakos Mitsotakis na sua conta de Twitter.
A fronteira marítima entre a Grécia e a Turquia, com centenas de quilómetros de extensão, é patrulhada por cerca de 40 embarcações e barcos da patrulha costeira grega, auxiliada por uma equipa da Agência Europeia de Fronteiras e Guarda Costeira.