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Cunhado do rei de Espanha pode ser condenado a 19 anos e meio de prisão
Iñaki Urdangarín, marido da princesa Cristina de Espanha, deverá ser julgado por fraude e por abuso de poder. Quanto à princesa, não há bases para uma acusação contra ela no âmbito da investigação de corrupção que foi feita à família real espanhola.
O procurador Pedro Horrach disse que, caso Urdangarín seja culpado, será sentenciado a 19 anos e meio de prisão, escreve a Associated Press. A princesa Cristina, de 49 anos, deverá ter que pagar 580 mil euros para repor o dinheiro que poderá ter beneficiado com as alegadas ilegalidades do marido.
Horrach afirmou que não há evidências para levar Cristina a julgamento por encargos fiscais. O procurador sublinhou ainda que o Supremo Tribunal de Justiça definiu que as pessoas não podem ser julgadas por encargos fiscais se os procuradores e as autoridades fiscais não as chamarem.
A princesa Cristina foi chamada a depor em fevereiro, tornando-se a primeira da família real espanhola a estar em tribunal desde que a monarquia foi restaurada em 1975.
O juiz de Palma de Maiorca, Jose Castro, vai decidir quem deve ser formalmente acusado neste caso. Vai decidir se aceita as recomendações do Ministério Público ou se entrega o caso a outro juiz. Jose Castro pode ainda discordar das conclusões e emitir as suas próprias, incluindo a acusação da princesa.
Fraude e abuso de poder
A investigação, que decorre há cerca de quatro anos, centra-se em alegações de que Urdangarín usou o teu título de Duque de Palma para cometer fraude fiscal.
Alegadamente, recorreu ao seu título para desviar cerca de seis milhões de euros em contratos públicos através do Instituto Noos, uma fundação sem fins lucrativos que ele e um sócio desenvolveram para canalizar fundos para outros negócios, tal como a Aizoon, uma empresa que mantinha com Cristina, irmã do Rei Felipe VI de Espanha.
O procurador Horrach recomendou o julgamento de outras 13 pessoas neste caso, inclusive o parceiro de negócios de Urdangarin, Diego Torres.
Horrach afirmou que não há evidências para levar Cristina a julgamento por encargos fiscais. O procurador sublinhou ainda que o Supremo Tribunal de Justiça definiu que as pessoas não podem ser julgadas por encargos fiscais se os procuradores e as autoridades fiscais não as chamarem.
A princesa Cristina foi chamada a depor em fevereiro, tornando-se a primeira da família real espanhola a estar em tribunal desde que a monarquia foi restaurada em 1975.
O juiz de Palma de Maiorca, Jose Castro, vai decidir quem deve ser formalmente acusado neste caso. Vai decidir se aceita as recomendações do Ministério Público ou se entrega o caso a outro juiz. Jose Castro pode ainda discordar das conclusões e emitir as suas próprias, incluindo a acusação da princesa.
Fraude e abuso de poder
A investigação, que decorre há cerca de quatro anos, centra-se em alegações de que Urdangarín usou o teu título de Duque de Palma para cometer fraude fiscal.
Alegadamente, recorreu ao seu título para desviar cerca de seis milhões de euros em contratos públicos através do Instituto Noos, uma fundação sem fins lucrativos que ele e um sócio desenvolveram para canalizar fundos para outros negócios, tal como a Aizoon, uma empresa que mantinha com Cristina, irmã do Rei Felipe VI de Espanha.
O procurador Horrach recomendou o julgamento de outras 13 pessoas neste caso, inclusive o parceiro de negócios de Urdangarin, Diego Torres.