Mundo
Deslizamentos de terras provocam 18 mortos em Petrópolis
Dezoito pessoas morreram na sequência de fortes chuvas que provocaram deslizamentos de terras na cidade turística de Petrópolis, numa região montanhosa do estado do Rio de Janeiro, segundo o último balanço das autoridades.
A informação foi avançada pelos bombeiros, enquanto as equipas de busca e salvamento ainda estão no terreno a tentar localizar e resgatar potenciais vítimas.
"A situação é uma tragédia. Os bombeiros estão a ter dificuldade em aceder aos locais mais críticos porque há muitos carros e autocarros abandonados nas ruas. Há vários pontos de deslizamento de terras", disse o secretário regional da Defesa Civil, Leandro Monteiro, aos "media" locais.
"Lamentamos a perda de seis vidas em Petrópolis (...) faremos todos os esforços para salvar as vítimas", escreveu na rede social Twitter o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
Durante o dia de terça-feira já circulavam imagens nas redes sociais e nos meios de comunicação social, mostrando casas destruídas por deslizamentos de terras nas colinas, assim como carros levados pela corrente.
Muitas empresas foram completamente inundadas pela água que correu pelas ruas do centro histórico da cidade, como se vê em vídeos publicados em redes sociais.
Em menos de seis horas, algumas partes da cidade receberam até 260 milímetros de água, mais do que o esperado para todo o mês de fevereiro, de acordo com a agência meteorológica MetSul.
Numa visita oficial à Rússia, o presidente Jair Bolsonaro escreveu no Twitter que estava ciente da "tragédia" e pediu aos seus ministros que prestassem "ajuda imediata às vítimas".
Petrópolis, a residência de verão da antiga corte imperial, é um destino turístico que atrai um grande número de visitantes que procuram a oferta histórica, passeios na natureza e um clima mais temperado do que a costa do Rio de Janeiro, devido à sua altitude.
"A situação é uma tragédia. Os bombeiros estão a ter dificuldade em aceder aos locais mais críticos porque há muitos carros e autocarros abandonados nas ruas. Há vários pontos de deslizamento de terras", disse o secretário regional da Defesa Civil, Leandro Monteiro, aos "media" locais.
"Lamentamos a perda de seis vidas em Petrópolis (...) faremos todos os esforços para salvar as vítimas", escreveu na rede social Twitter o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
Durante o dia de terça-feira já circulavam imagens nas redes sociais e nos meios de comunicação social, mostrando casas destruídas por deslizamentos de terras nas colinas, assim como carros levados pela corrente.
Muitas empresas foram completamente inundadas pela água que correu pelas ruas do centro histórico da cidade, como se vê em vídeos publicados em redes sociais.
Em menos de seis horas, algumas partes da cidade receberam até 260 milímetros de água, mais do que o esperado para todo o mês de fevereiro, de acordo com a agência meteorológica MetSul.
Numa visita oficial à Rússia, o presidente Jair Bolsonaro escreveu no Twitter que estava ciente da "tragédia" e pediu aos seus ministros que prestassem "ajuda imediata às vítimas".
Petrópolis, a residência de verão da antiga corte imperial, é um destino turístico que atrai um grande número de visitantes que procuram a oferta histórica, passeios na natureza e um clima mais temperado do que a costa do Rio de Janeiro, devido à sua altitude.
Em janeiro de 2011, mais de 900 pessoas morreram na região montanhosa do Rio devido a fortes chuvas que provocaram inundações e deslizamentos de terras numa grande área, incluindo Petrópolis e as cidades vizinhas de Nova Friburgo, Itaipava e Teresópolis.