Mundo
Dezenas de mortos em atentado contra instituições francesas no Burkina Faso
Pelo menos 28 pessoas morreram na sequência de um presumível ataque terrorista em Ouagadougou, a capital do Burkina Faso, segundo a imprensa francesa. A ação atingiu vários edifícios, entre os quais a embaixada francesa no país, o Instituto Francês e o Estado-Maior General das Forças Armadas.
Várias testemunhas no local dão conta de que o ataque foi realizado por um grupo de homens armados, com o rosto coberto. Os serviços de informações do Governo do Burkina Faso avançam em comunicado que seis atacantes foram abatidos.
O ministro da Defesa do Burkina Faso classificou este ato de “ataque terrorista que tinha como alvo o Estado-maior e a Embaixada de França”. A justiça francesa já anunciou a abertura de uma investigação por “tentativa de assassinato terrorista”.
Ao longo dos últimos anos, a capital do Burkina tem sido frequentemente alvo de ataques jihadistas, nomeadamente contra locais frequentados por cidadãos ocidentais. Em agosto de 2017, dois atacantes mataram 19 pessoas e feriram 21 num ataque a um restaurante localizado na principal avenida de Ouagadougou.
A situação é particularmente tensa no norte do Burkina Faso, onde os ataques perpetuados por grupos jihadistas são constantes. Desde 2015, pelo menos 133 pessoas morreram em pelo menos 80 ataques.
"Pleno compromisso"
O gabinete do Presidente francês difundiu entretanto um comunicado a condenar "com grande firmeza os ataques que se desenrolaram em Ouagadougou".
"O Presidente da República contacto com o seu homólogo, o Presidente Roch Marc Christian Kabore. Expressou-lhe a sua inteira solidariedade e transmitiu condolências ao povo" do Burkina Faso, lê-se na mesma nota, em que Emmanuel Macron agradece também "às forças de segurança" de Ouagadougou pela rapidez da resposta aos ataques.
Macron reitera, neste comunicado do Eliseu, "a determinação e o pleno compromisso da França" no combate "aos movimentos terroristas".
Também o Ministério português dos Negócios Estrangeiros condenou os ataques na capital do Burkina Faso. Num comunicado com a chancela das Necessidades, pode ler-se que "o Governo Português condena com firmeza os ataques terroristas hoje ocorridos na capital do Burquina Faso, Ouagadougou, e que terão tido como alvos principais uma instalação militar e a Embaixada de França naquela cidade".
"O Governo deplora a perda de vidas humanas inocentes e apresenta as suas condolências às famílias das vítimas, reiterando a sua solidariedade para com o Povo e as Autoridades do Burquina Faso. Portugal está ao lado do Burquina Faso e dos países da região do Sahel na luta contra o terrorismo sob todas as suas formas, apoiando a prossecução de ações multilaterais de prevenção e repressão de atos terroristas", acrescenta o Ministério de Augusto Santos Silva.
O ministro da Defesa do Burkina Faso classificou este ato de “ataque terrorista que tinha como alvo o Estado-maior e a Embaixada de França”. A justiça francesa já anunciou a abertura de uma investigação por “tentativa de assassinato terrorista”.
Ao longo dos últimos anos, a capital do Burkina tem sido frequentemente alvo de ataques jihadistas, nomeadamente contra locais frequentados por cidadãos ocidentais. Em agosto de 2017, dois atacantes mataram 19 pessoas e feriram 21 num ataque a um restaurante localizado na principal avenida de Ouagadougou.
A situação é particularmente tensa no norte do Burkina Faso, onde os ataques perpetuados por grupos jihadistas são constantes. Desde 2015, pelo menos 133 pessoas morreram em pelo menos 80 ataques.
"Pleno compromisso"
O gabinete do Presidente francês difundiu entretanto um comunicado a condenar "com grande firmeza os ataques que se desenrolaram em Ouagadougou".
"O Presidente da República contacto com o seu homólogo, o Presidente Roch Marc Christian Kabore. Expressou-lhe a sua inteira solidariedade e transmitiu condolências ao povo" do Burkina Faso, lê-se na mesma nota, em que Emmanuel Macron agradece também "às forças de segurança" de Ouagadougou pela rapidez da resposta aos ataques.
Macron reitera, neste comunicado do Eliseu, "a determinação e o pleno compromisso da França" no combate "aos movimentos terroristas".
Também o Ministério português dos Negócios Estrangeiros condenou os ataques na capital do Burkina Faso. Num comunicado com a chancela das Necessidades, pode ler-se que "o Governo Português condena com firmeza os ataques terroristas hoje ocorridos na capital do Burquina Faso, Ouagadougou, e que terão tido como alvos principais uma instalação militar e a Embaixada de França naquela cidade".
"O Governo deplora a perda de vidas humanas inocentes e apresenta as suas condolências às famílias das vítimas, reiterando a sua solidariedade para com o Povo e as Autoridades do Burquina Faso. Portugal está ao lado do Burquina Faso e dos países da região do Sahel na luta contra o terrorismo sob todas as suas formas, apoiando a prossecução de ações multilaterais de prevenção e repressão de atos terroristas", acrescenta o Ministério de Augusto Santos Silva.