Mundo
Dinamarca: 12 anos para potenciais vingadores islâmicos
Na Dinamarca, um tribunal condenou quatro homens acusados de terem planeado um ataque terrorista como vingança contra um jornal de Copenhaga, que publicou cartoons sobre o profeta Maomé em 2005, a doze anos de prisão efetiva.
Os quatro homens eram todos muçulmanos que residiam na Suécia e estavam a ser vigiados pelas agências de segurança sueca e dinamarquesa há vários meses, quando foram detidos em Dezembro de 2010, horas antes do alegado ataque frustrado.
Trata-se de três suecos (com origens libanesa, egípcia e tunisina) e um tunisino.
Apesar de considerados culpados de terrorismo, foram absolvidos de dois crimes de porte de armas por motivos técnicos.
Munir Awad, Omar Abdallah Aboelazm e Munir Bem Mohamed Dhahri, cidadão tunisino, foram detidos no dia 29 de dezembro de 2010 num apartamento da capital dinamarquesa.
Detido no dia seguinte, Sabhi Ben Mohamed Zalouti viu-se intercetado após atravessar a fronteira para a Suécia de onde foi extraditado para a Dinamarca.
A acusação pronunciava os quatro arguidos de pretender lançar o pânico entre a população dinamarquesa como vingança pela publicação por um jornal local de cartoons de Maomé, o que na ocasião provocou forte contestação nos países islâmicos.
Consta do libelo de acusação a intenção dos quatro alegados terroristas de matar “um número indeterminado” de pessoas durante o ataque que deveria ter tido lugar durante uma cerimónia de entrega de prémios desportivos que contaria com a presença do Príncipe Frederico.
A Dinamarca continua a ser um alvo apetecível para os militantes islâmicos, quase sete anos depois do “Jyliands-Posten” ter publicado 12 cartoons mostrando o profeta Maomé em variadas situações humorísticas e satíricas.
Na ocasião da sua publicação, foram muitos os islamitas que defenderam o caráter extremamente ofensivo dos cartoons. Muitos viram neles um ataque à sua fé e cultura numa religião que proíbe as imagens de Deus, de Maomé e de todas as principais figuras do cristianismo e judaísmo.
O jornal em causa pediu desculpas tal foi a contestação mas não conseguiu com isso parar os protestos nem uma série de ataques que com os cartoons se prendiam.
Trata-se de três suecos (com origens libanesa, egípcia e tunisina) e um tunisino.
Apesar de considerados culpados de terrorismo, foram absolvidos de dois crimes de porte de armas por motivos técnicos.
Munir Awad, Omar Abdallah Aboelazm e Munir Bem Mohamed Dhahri, cidadão tunisino, foram detidos no dia 29 de dezembro de 2010 num apartamento da capital dinamarquesa.
Detido no dia seguinte, Sabhi Ben Mohamed Zalouti viu-se intercetado após atravessar a fronteira para a Suécia de onde foi extraditado para a Dinamarca.
A acusação pronunciava os quatro arguidos de pretender lançar o pânico entre a população dinamarquesa como vingança pela publicação por um jornal local de cartoons de Maomé, o que na ocasião provocou forte contestação nos países islâmicos.
Consta do libelo de acusação a intenção dos quatro alegados terroristas de matar “um número indeterminado” de pessoas durante o ataque que deveria ter tido lugar durante uma cerimónia de entrega de prémios desportivos que contaria com a presença do Príncipe Frederico.
A Dinamarca continua a ser um alvo apetecível para os militantes islâmicos, quase sete anos depois do “Jyliands-Posten” ter publicado 12 cartoons mostrando o profeta Maomé em variadas situações humorísticas e satíricas.
Na ocasião da sua publicação, foram muitos os islamitas que defenderam o caráter extremamente ofensivo dos cartoons. Muitos viram neles um ataque à sua fé e cultura numa religião que proíbe as imagens de Deus, de Maomé e de todas as principais figuras do cristianismo e judaísmo.
O jornal em causa pediu desculpas tal foi a contestação mas não conseguiu com isso parar os protestos nem uma série de ataques que com os cartoons se prendiam.