Mundo
Dinamarca referenda aproximação à União Europeia
Os dinamarqueses decidem esta quarta-feira em referendo se o país adere à Política Comum de Segurança e Defesa da União Europeia (UE), abolindo uma exceção que desde 1993 mantém a Dinamarca fora desse domínio das políticas comuns.
As sondagens mais recentes sugerem uma maioria a favor do fim da cláusula de exceção.
O referendo foi convocado pela primeira-ministra, a social-democrata Mette Frederiksen, com a justificação de que, após a invasão russa da Ucrânia, iniciada no passado dia 24 de fevereiro, a situação de segurança na Europa mudou radicalmente.
A maioria das forças políticas com representação parlamentar apoia o sim, com exceção dos partidos de extrema-direita, o Partido Popular Dinamarquês e a Nova Direita, e do partido de esquerda Aliança Vermelha-Verde.
A Dinamarca adotou em 1993, logo após a assinatura do Tratado europeu de Maastricht em 1992, exceções à política comunitária em quatro domínios: união monetária e económica, defesa, cooperação policial e jurídica e cidadania.
Em duas consultas posteriores, os dinamarqueses recusaram em 2000 aderir ao euro e em 2015 abolir a exceção na área jurídica.
A exceção à Política Comum de Segurança e Defesa significa que a Dinamarca não pode participar em áreas relacionadas com a defesa e segurança do bloco comunitário, nem em hipotéticas operações militares da UE.
O referendo foi convocado pela primeira-ministra, a social-democrata Mette Frederiksen, com a justificação de que, após a invasão russa da Ucrânia, iniciada no passado dia 24 de fevereiro, a situação de segurança na Europa mudou radicalmente.
A maioria das forças políticas com representação parlamentar apoia o sim, com exceção dos partidos de extrema-direita, o Partido Popular Dinamarquês e a Nova Direita, e do partido de esquerda Aliança Vermelha-Verde.
A Dinamarca adotou em 1993, logo após a assinatura do Tratado europeu de Maastricht em 1992, exceções à política comunitária em quatro domínios: união monetária e económica, defesa, cooperação policial e jurídica e cidadania.
Em duas consultas posteriores, os dinamarqueses recusaram em 2000 aderir ao euro e em 2015 abolir a exceção na área jurídica.
A exceção à Política Comum de Segurança e Defesa significa que a Dinamarca não pode participar em áreas relacionadas com a defesa e segurança do bloco comunitário, nem em hipotéticas operações militares da UE.