Mundo
Donald Trump é o candidato republicano à presidência dos EUA
Agora é mesmo oficial. Donald Trump aceitou quinta-feira a nomeação para candidato do Partido Republicano à Casa Branca, naquele que foi o último dia da convenção Republicana em Cleveland, no Ohio. No discurso de encerramento, o candidato criticou a Administração Obama e Hillary Clinton, adversária democrata à corrida presidencial.
O empresário norte-americano de 70 anos é a partir de agora o candidato oficial dos republicanos às próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos, marcadas para 8 de novembro.
No discurso de encerramento da Convenção Nacional do partido, Donald Trump respondeu afirmativamente à nomeação oficializada pelos delegados na terça-feira, contando com os votos de 1.237 delegados.
Márcia Rodrigues, correspondente nos EUA - RTP
"Aceito humildemente a vossa nomeação para a Presidência dos Estados Unidos. Juntos vamos levar o nosso partido de volta para a Casa Branca", prometeu Donald Trump perante a ovação dos apoiantes presentes.
Ao longo dos últimos 12 meses, o mediático e controverso milionário quebrou todas as regras do politicamente correto, mudou o curso da campanha presidencial, deixou para trás todos os seus concorrentes e impôs-se ao eleitorado do Grand Old Party nas eleições primárias.
Fez fortuna no setor imobiliário e que nunca ocupou qualquer cargo político, e até já tinha considerado por diversas vezes avançar com uma candidatura presidencial, mas só no ano passado concretizou a intenção.
Logo na primeira comunicação enquanto candidato oficial, Donald Trump lembrou uma das suas ideias mais polémicas, sugerida por várias vezes ao longo da campanha: a intenção de construir um muro na fronteira com o México.
"Vamos construir um grande muro para pôr fim à imigração ilegal, para pôr fim aos gangues e à violência, para impedir a entrada da droga", afirmou Trump.
De recordar que Trump reiterou também a intenção de expulsar dos Estados Unidos os 11 milhões de imigrantes ilegais que trabalham e vivem no país.
À espera de Hillary
Donald Trump também não perdeu a oportunidade de atacar a candidata democrata que será a sua adversária na corrida à Casa Branca. Referiu que Hillary Clintou deixou um "legado de morte, destruição e debilidade" enquanto secretária de Estado norte-americana no primeiro mandato de Obama, entre 2009 e 2013.
"O legado de Hillary Clinton não tem de ser o dos Estados Unidos. Os problemas que enfrentamos agora - pobreza, violência em casa, morte e destruição noutros países - vão continuar sempre, se mantivermos as mesmas políticas que os criaram", disse o candidato.
Acusou ainda a antiga primeira-dama de representar um "sistema envenenado dos grandes negócios, da elite mediática e dos grandes doadores". Um autêntico "fantoche" nas mãos do Partido Democrático, nas palavras de Trump. A convenção dos democratas acontece na próxima semana, com a previsível aclamação de Hillary Clinton como candidata.
"A mensagem de Hillary Clinton é de que as coisas nunca vão mudar. A minha mensagem é a de que as coisas vão mudar e têm de mudar agora", sublinhou o magnata.
No seu discurso, Trump criticou as propostas e legado de Clinton na política externa, imigração, comércio, educação ou proteção do direito de porte de armas.
Trump voltou a lembrar a polémica dos e-mails, quando Clinton era secretária de Estado. O empresário nova-iorquino disse que a utilização por Hillary Clinton de um servidor privado para comunicações oficiais quando integrava a Administração foi equivalente a "uma corrupção que atingiu níveis nunca antes vistos".
c/ agências
No discurso de encerramento da Convenção Nacional do partido, Donald Trump respondeu afirmativamente à nomeação oficializada pelos delegados na terça-feira, contando com os votos de 1.237 delegados.
Márcia Rodrigues, correspondente nos EUA - RTP
"Aceito humildemente a vossa nomeação para a Presidência dos Estados Unidos. Juntos vamos levar o nosso partido de volta para a Casa Branca", prometeu Donald Trump perante a ovação dos apoiantes presentes.
Ao longo dos últimos 12 meses, o mediático e controverso milionário quebrou todas as regras do politicamente correto, mudou o curso da campanha presidencial, deixou para trás todos os seus concorrentes e impôs-se ao eleitorado do Grand Old Party nas eleições primárias.
Fez fortuna no setor imobiliário e que nunca ocupou qualquer cargo político, e até já tinha considerado por diversas vezes avançar com uma candidatura presidencial, mas só no ano passado concretizou a intenção.
Logo na primeira comunicação enquanto candidato oficial, Donald Trump lembrou uma das suas ideias mais polémicas, sugerida por várias vezes ao longo da campanha: a intenção de construir um muro na fronteira com o México.
"Vamos construir um grande muro para pôr fim à imigração ilegal, para pôr fim aos gangues e à violência, para impedir a entrada da droga", afirmou Trump.
De recordar que Trump reiterou também a intenção de expulsar dos Estados Unidos os 11 milhões de imigrantes ilegais que trabalham e vivem no país.
À espera de Hillary
Donald Trump também não perdeu a oportunidade de atacar a candidata democrata que será a sua adversária na corrida à Casa Branca. Referiu que Hillary Clintou deixou um "legado de morte, destruição e debilidade" enquanto secretária de Estado norte-americana no primeiro mandato de Obama, entre 2009 e 2013.
"O legado de Hillary Clinton não tem de ser o dos Estados Unidos. Os problemas que enfrentamos agora - pobreza, violência em casa, morte e destruição noutros países - vão continuar sempre, se mantivermos as mesmas políticas que os criaram", disse o candidato.
Acusou ainda a antiga primeira-dama de representar um "sistema envenenado dos grandes negócios, da elite mediática e dos grandes doadores". Um autêntico "fantoche" nas mãos do Partido Democrático, nas palavras de Trump. A convenção dos democratas acontece na próxima semana, com a previsível aclamação de Hillary Clinton como candidata.
"A mensagem de Hillary Clinton é de que as coisas nunca vão mudar. A minha mensagem é a de que as coisas vão mudar e têm de mudar agora", sublinhou o magnata.
No seu discurso, Trump criticou as propostas e legado de Clinton na política externa, imigração, comércio, educação ou proteção do direito de porte de armas.
Trump voltou a lembrar a polémica dos e-mails, quando Clinton era secretária de Estado. O empresário nova-iorquino disse que a utilização por Hillary Clinton de um servidor privado para comunicações oficiais quando integrava a Administração foi equivalente a "uma corrupção que atingiu níveis nunca antes vistos".
c/ agências