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Eisenkot convidado a formar governo afirma que Netanyahu é bem-vindo a integrar futuro executivo
O líder do principal bloco de oposição a Benjamin Netanyahu foi convidado este domingo a formar governo na sequência das eleições legislativas de outubro. Gadi Eisenkot considerou que o momento atual é de grandes dificuldades e mostrou-se disponível para acolher o ex-primeiro-ministro numa futura coligação.
Gadi Eisenkot foi formalmente desafiado este domingo a apresentar uma solução governativa após as últimas eleições em Israel. O convite foi feito pelo presidente israelita, Isaac Herzog, que sublinhou a importância de um executivo nacional estável num contexto internacional desafiante, sobretudo com a “nova realidade política” após as eleições intercalares nos EUA.
"O Estado de Israel precisa de um governo estável. Eisenkot, espero que faça tudo o que estiver ao seu alcance para formar um governo que sirva tanto aqueles que votaram em si como aqueles que não votaram", defendeu Herzog na cerimónia oficial este domingo, na residência presidencial, em Jerusalém.
Por sua vez, Gadi Eisenkiot considerou que o momento é de grandes dificuldades internas. "Estamos a atravessar um dos períodos mais críticos que a democracia israelita já viveu", vincou.
Perante a fragmentação política, Eisenkiot deverá enfrentar grandes dificuldades nas negociações para a formação de um governo estável. Ciente desses obstáculos, o líder do partido centrista Yashar afirmou que o partido de Benjamin Netanyahu, assim como outros, são bem-vindos numa eventual coligação.
“Se os membros do Likud e do Partido Sionista Religioso [do ministro das Finanças cessante, Bezalel Smotrich] acreditam sinceramente que chegou o momento da união, não vejo razão para que não apoiem um governo liderado por mim e baseado nos princípios que delineei”, afirmou.
Gadi Eisenkot, líder do principal bloco de oposição a Benjamin Netanyahu, declarou no domingo estar aberto à participação do partido Likud, do primeiro-ministro cessante, e de um dos seus aliados de extrema-direita num Governo de coligação por ele liderado.
Gadi Eisenkot tem agora 42 dias para apresentar uma proposta de executivo. Se falhar, o presidente Isaac Herzog poderá convidar o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, a procurar uma solução.
Se todas as tentativas falharem ao fim de um prazo de 100 dias, haverá novas eleições em Israel. Na quarta-feira, o presidente israelita sublinhou que tudo deve ser feito para evitar um novo escrutínio.
"O Estado de Israel precisa de um governo estável. Eisenkot, espero que faça tudo o que estiver ao seu alcance para formar um governo que sirva tanto aqueles que votaram em si como aqueles que não votaram", defendeu Herzog na cerimónia oficial este domingo, na residência presidencial, em Jerusalém.
Por sua vez, Gadi Eisenkiot considerou que o momento é de grandes dificuldades internas. "Estamos a atravessar um dos períodos mais críticos que a democracia israelita já viveu", vincou.
Perante a fragmentação política, Eisenkiot deverá enfrentar grandes dificuldades nas negociações para a formação de um governo estável. Ciente desses obstáculos, o líder do partido centrista Yashar afirmou que o partido de Benjamin Netanyahu, assim como outros, são bem-vindos numa eventual coligação.
“Se os membros do Likud e do Partido Sionista Religioso [do ministro das Finanças cessante, Bezalel Smotrich] acreditam sinceramente que chegou o momento da união, não vejo razão para que não apoiem um governo liderado por mim e baseado nos princípios que delineei”, afirmou.
Gadi Eisenkot, líder do principal bloco de oposição a Benjamin Netanyahu, declarou no domingo estar aberto à participação do partido Likud, do primeiro-ministro cessante, e de um dos seus aliados de extrema-direita num Governo de coligação por ele liderado.
Gadi Eisenkot tem agora 42 dias para apresentar uma proposta de executivo. Se falhar, o presidente Isaac Herzog poderá convidar o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, a procurar uma solução.
Se todas as tentativas falharem ao fim de um prazo de 100 dias, haverá novas eleições em Israel. Na quarta-feira, o presidente israelita sublinhou que tudo deve ser feito para evitar um novo escrutínio.