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Eleições nas Filipinas testam Ferdinand Marcos Jr.
As Filipinas votam esta segunda-feira em eleições intercalares vistas como um referendo à gestão do Presidente Ferdinand Marcos Jr., com as sondagens a mostrar que a coligação do ex-chefe de Estado Rodrigo Duterte está bem posicionada.
Em jogo estão metade dos 24 lugares do influente Senado, cujos resultados dominam grande parte das atenções, bem como toda a câmara baixa do Congresso, além de 18.000 lugares nas principais autarquias do país.
Marcos Jr., ou Bongbong como é conhecido, tem estado na linha da frente da campanha, com uma lista de 11 candidatos ao Senado.
Entre eles contam-se nomes consagrados da política filipina, como Erwin Tulfo, membro da Câmara dos Deputados e o candidato mais apoiado para um lugar de senador, de acordo com um inquérito da Social Weather Stations (SWS), e o ícone do boxe mundial e ex-candidato à presidência do país Manny Pacquiao.
Marcos Jr., ou Bongbong como é conhecido, tem estado na linha da frente da campanha, com uma lista de 11 candidatos ao Senado.
Entre eles contam-se nomes consagrados da política filipina, como Erwin Tulfo, membro da Câmara dos Deputados e o candidato mais apoiado para um lugar de senador, de acordo com um inquérito da Social Weather Stations (SWS), e o ícone do boxe mundial e ex-candidato à presidência do país Manny Pacquiao.
Cerca de 68 milhões de filipinos são chamados a escolher 12 senadores, 254 representantes distritais, 63 representantes partidários e 17.942 governadores, membros de assembleias provinciais, autarcas e conselheiros.
O escrutínio vai também abranger os assentos legislativos da região autónoma muçulmana de Bangasamoro, na ilha de Mindanao, a segunda maior do arquipélago, no sul.
A polícia do arquipélago está em alerta máximo. Cerca de 163.000 agentes foram destacados para garantir a segurança das assembleias de voto, escoltar os funcionários eleitorais e vigiar os postos de controlo.
Os militares e os bombeiros também foram mobilizados para evitar qualquer surto de violência.
O escrutínio vai também abranger os assentos legislativos da região autónoma muçulmana de Bangasamoro, na ilha de Mindanao, a segunda maior do arquipélago, no sul.
A polícia do arquipélago está em alerta máximo. Cerca de 163.000 agentes foram destacados para garantir a segurança das assembleias de voto, escoltar os funcionários eleitorais e vigiar os postos de controlo.
Os militares e os bombeiros também foram mobilizados para evitar qualquer surto de violência.