Mundo
Embaixador russo espera que apoio dos EUA à Geórgia se limite a ajuda humanitária
O embaixador russo em Lisboa acusou a Geórgia de ter levado a cabo uma acção de genocídio e limpeza étnica na Ossétia do Sul. Pavel Petrovskiy sustenta que a posição da Rússia está em consonância com a da UE e disse ainda esperar que a presença militar dos EUA na Geórgia se limite à ajuda humanitária.
O representante diplomático da Rússia em Portugal, que convidou os jornalistas para uma conferência de imprensa, começou por apontar que a Geórgia deu início ao conflito militar e que, com esse acto, violou tratados de paz.
Fundamentou a operação militar da Federação da Rússia com a necessidade de auxiliar as tropas da manutenção de paz destacadas para a Ossétia do Sul e dos cidadãos russos que vivem naquela região da Geórgia, ao abrigo do artigo 51 da Carta da ONU relativo à auto-defesa.
De acordo com o embaixador russo em Lisboa, a Federação da Rússia não é parte do conflito, mas participante das forças de manutenção de paz.
Pavel Petrovskiy confirmou que as tropas russas de manutenção de paz vão continuar no território da Ossétia do Sul e que a presença de observadores internacionais da OSCE será aceite.
O regresso dos militares da Geórgia aos postos ocupados antes da madrugada de quinta para sexta-feira é o principal ponto do acordo para a paz, mediado pela União Europeia, na perspectiva do representante da Rússia em Portugal.
Pavel Petrovskiy rejeita o cenário de eventual isolamento internacional da Rússia, até porque os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE “aprovaram o plano de seis princípios acertado entre o Presidente russo e o Presidente francês”. O embaixador sublinhou que os governos russo e norte-americano estiveram sempre em contacto durante o conflito.
A posição dos Estados Unidos em relação à Ossétia do Sul é “muito específico”, disse o embaixador, que espera que os norte-americanos suspendam o auxílio militar ao Governo de Tbilissi.
O debate sobre o estatuto da Ossétia do Sul e da Abecásia só poderá ter início após a garantia de paz, defendeu ainda o representante diplomático.
Petrovskiy sublinhou o número de vítimas mortais - mais de dois mil mortos, que serão na maioria de nacionalidade russa - e de desalojados que o conflito provocou.
À porta da embaixada da Federação da Rússia em Lisboa, junto ao Arco do Cego, cerca de 40 georgianos manifestavam-se contra a intervenção militar na Ossétia do Sul. Petrovskiy limitou-se a comentar que os protestos tiveram a autorização do Governo Civil de Lisboa.
Fundamentou a operação militar da Federação da Rússia com a necessidade de auxiliar as tropas da manutenção de paz destacadas para a Ossétia do Sul e dos cidadãos russos que vivem naquela região da Geórgia, ao abrigo do artigo 51 da Carta da ONU relativo à auto-defesa.
De acordo com o embaixador russo em Lisboa, a Federação da Rússia não é parte do conflito, mas participante das forças de manutenção de paz.
Pavel Petrovskiy confirmou que as tropas russas de manutenção de paz vão continuar no território da Ossétia do Sul e que a presença de observadores internacionais da OSCE será aceite.
O regresso dos militares da Geórgia aos postos ocupados antes da madrugada de quinta para sexta-feira é o principal ponto do acordo para a paz, mediado pela União Europeia, na perspectiva do representante da Rússia em Portugal.
Pavel Petrovskiy rejeita o cenário de eventual isolamento internacional da Rússia, até porque os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE “aprovaram o plano de seis princípios acertado entre o Presidente russo e o Presidente francês”. O embaixador sublinhou que os governos russo e norte-americano estiveram sempre em contacto durante o conflito.
A posição dos Estados Unidos em relação à Ossétia do Sul é “muito específico”, disse o embaixador, que espera que os norte-americanos suspendam o auxílio militar ao Governo de Tbilissi.
O debate sobre o estatuto da Ossétia do Sul e da Abecásia só poderá ter início após a garantia de paz, defendeu ainda o representante diplomático.
Petrovskiy sublinhou o número de vítimas mortais - mais de dois mil mortos, que serão na maioria de nacionalidade russa - e de desalojados que o conflito provocou.
À porta da embaixada da Federação da Rússia em Lisboa, junto ao Arco do Cego, cerca de 40 georgianos manifestavam-se contra a intervenção militar na Ossétia do Sul. Petrovskiy limitou-se a comentar que os protestos tiveram a autorização do Governo Civil de Lisboa.