Empresário acusado pelos EUA é considerado um dos maiores mecenas da FRELIMO

Maputo, 02 jun (Lusa) -- O empresário moçambicano acusado pelos EUA de ser um "barão da droga" é conhecido pela sua generosidade para com o partido no poder em Moçambique, a FRELIMO, ao qual já ofereceu dinheiro publicamente em iniciativas de angariação de fundos.

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Mohamed Bachir Suleman é citado num relatório divulgado na terça-feira e enviado pelo Presidente Barack Obama a várias instituições do Estado norte-americano, incluindo senado, congresso e serviços de segurança, como "um barão da droga", no âmbito da lista anual do governo norte-americano, elaborada ao abrigo da Lei dos Barões da Droga.

"Em conformidade com a Lei dos Barões da Droga, o Gabinete de Controlo de Bens Estrangeiros do Departamento do Tesouro (OFAC) designou o Grupo MBS Limitada, Grupo MBS -- Kayum Centre, e o Maputo Shopping Centre como Traficantes de Narcóticos Especialmente Designados, devido ao facto de serem da propriedade de Mohamed Bachir Suleman ou estarem sob o seu controlo", refere um comunicado divulgado terça-feira na página da Internet da Casa Branca -http://www.whitehouse.gov/briefing-room/statements-and-releases, também distribuída pela embaixada dos Estados Unidos em Maputo.

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