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Encontrados possíveis destroços do voo MH370 em Moçambique
Os destroços de um avião foram encontrados por um advogado americano na costa entre Moçambique e Madagáscar, e podem pertencer ao voo MH370 da Malaysia Airlines que desapareceu há dois anos, com 239 pessoas a bordo.
A primeira análise a imagens da peça encontrada já foi feita e indica que pode pertencer a um Boeing 777, o mesmo modelo de aparelho que no dia 8 de março de 2014 desapareceu dos radares, com 239 pessoas. Fazia a ligação entre Pequim e Kuala Lumpur e nunca foi encontrado.
O ministro dos Transportes malaio, Liow Tiong Lai, já admitiu na sua conta do Twitter que há uma "elevada possibilidade" de os destroços encontrados pertencerem a um Boeing 777. Contudo, pede que se evite qualquer tipo de especulação "uma vez que ainda não conseguimos concluir se pertenciam ao MH370".
De acordo com a CNN, Blaine Alan Gibson é um advogado com 58 anos de idade que vive em Seattle, Washington. Passou a maior parte do ano passado a viajar em torno da região do Oceano Índico, tentando resolver o mistério do que aconteceu com o avião.
Não tendo nenhuma experiência profissional na área, Gibson apenas foi motivado pelo desejo de saber o que aconteceu com o avião, fazendo parte de um grupo independente para tentar encontrar o avião desaparecido.
De acordo com a agência Reuters, os investigadores malaios e australianos concluíram que as imagens do pedaço da cauda do avião que analisaram pode, com grande probabilidade, pertencer a um Boeing 777, o mesmo modelo do avião que voava, em Março de 2014.
No ano passado já tinha sido encontrado outro destroço, na ilha de Reunião, no Oceano Índico, que acabou por comprovar-se que pertencia ao aparelho.
Na altura do acidente e duas semanas depois do avião ter desaparecido, o Governo da Malásia concluiu que o avião teria caído no mar, depois de os registos oficiais darem conta que o aparelho executou um voo errático durante várias horas antes de desaparecer dos radares.
Na altura, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, anunciou que os dados de satélites confirmaram que a última posição do avião desaparecido da Malaysia Airlines foi no sul do Oceano Índico, a sudoeste de Perth, na Austrália.
O ministro dos Transportes malaio, Liow Tiong Lai, já admitiu na sua conta do Twitter que há uma "elevada possibilidade" de os destroços encontrados pertencerem a um Boeing 777. Contudo, pede que se evite qualquer tipo de especulação "uma vez que ainda não conseguimos concluir se pertenciam ao MH370".
I urged everyone to avoid undue speculation as we are not able to conclude that the debris belongs to #mh370 at this time. (3/3)
— Liow Tiong Lai (@liowtionglai) 2 de março de 2016
De acordo com a CNN, Blaine Alan Gibson é um advogado com 58 anos de idade que vive em Seattle, Washington. Passou a maior parte do ano passado a viajar em torno da região do Oceano Índico, tentando resolver o mistério do que aconteceu com o avião.
More close up images of possible piece of #MH370 debris found in Mozambique @CNN via Blaine Alan Gibson pic.twitter.com/V67raPiN2B
— Jason Morrell (@CNNJason) 2 de março de 2016
Não tendo nenhuma experiência profissional na área, Gibson apenas foi motivado pelo desejo de saber o que aconteceu com o avião, fazendo parte de um grupo independente para tentar encontrar o avião desaparecido.
.@ABC has obtained images from Blaine Alan Gibson, the American who found the debris off the coast of Mozambique. pic.twitter.com/xU6Sn3OIJY
— Jeffrey Cook (@JeffreyCook_) 2 de março de 2016
De acordo com a agência Reuters, os investigadores malaios e australianos concluíram que as imagens do pedaço da cauda do avião que analisaram pode, com grande probabilidade, pertencer a um Boeing 777, o mesmo modelo do avião que voava, em Março de 2014.
No ano passado já tinha sido encontrado outro destroço, na ilha de Reunião, no Oceano Índico, que acabou por comprovar-se que pertencia ao aparelho.
Na altura do acidente e duas semanas depois do avião ter desaparecido, o Governo da Malásia concluiu que o avião teria caído no mar, depois de os registos oficiais darem conta que o aparelho executou um voo errático durante várias horas antes de desaparecer dos radares.
Na altura, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, anunciou que os dados de satélites confirmaram que a última posição do avião desaparecido da Malaysia Airlines foi no sul do Oceano Índico, a sudoeste de Perth, na Austrália.