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Energia na União Europeia. "Não podemos continuar dependentes de conflitos"

Energia na União Europeia. "Não podemos continuar dependentes de conflitos"

Em dia de Conselho Europeu que não fugirá das dificuldades energéticas atuais, o eurodeputado da AD Paulo Cunha espera que exista um concenso para reduzir a dependência sentida em relação aos combustíveis fósseis e ao Médio Oriente.

Gonçalo Costa Martins, Eduarda Maio - Antena 1 /
Guillaume Périgois via Unsplash

Paulo Cunha, eurodeputado da AD, defendeu esta manhã no Ponto Central da Antena 1 que a União Europeia não pode ter só uma resposta de emergência à crise energética. Aponta que é preciso planear a autonomia do espaço europeu perante futuras crises.

"A União Europeia tem de ver para além da circunstância concreta que estamos a viver", sublinha Paulo Cunha, frisando que "a questão da soberania energética é essencial para o futuro".

"Não podemos continuar dependentes de circunstâncias conjunturais como a que estamos a viver, de conflitos que não envolvem diretamente a União Europeia", diz.
Com o Médio Oriente abalado por uma guerra regional, essa dependência provoca "uma espécie de réplica daquilo que está a acontecer em conflitos em que outros são protagonistas", considera.

O eurodeputado apela à capacidade de persuasão da UE baseada na diplomacia. 

"Vivemos uma circunstância energética muito peculiar, uma grande dependência dos combustíveis", situação agravada pelo conflito no Médio Oriente, diz Paulo Cunha.
"Não fosse suficiente a invasão russa na Ucrânia, temos agora este conflito no Irão e que o país está a fazer um esforço para o escalar no contexto regional", refere, apontando para consequências para os europeus.
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