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Aluno de 14 anos é suspeito. Diretor e professora feridos a tiro em França
Um aluno da escola situada em Aubagne, perto de Marselha, é o presumível atirador. As autoridades admitem que, em princípio, este caso não está relacionado com a onda estudantil de protestos em França.
O diretor e uma professora da Escola Lakanal, em Aubagne, na região de Marselha, foram baleados na manhã desta segunda-feira, confirmou o ministro francês da Educação, Edouard Geffraysaid. Ambos foram assistidos no local e têm ferimentos ligeiros. O aluno foi detido.
Citada pelo jornal Le Monde, ela também prestou "homenagem ao coordenador pedagógico que deteve o miúdo" e lamentou que "naquela escola, a anterior diretora não tenha considerado necessário instalar pórticos de segurança".
Jean-Pierre Squillari acrescenta ainda que “o pai tinha solicitado uma reunião com o coordenador pedagógico, mas não se sabe mais nada sobre o assunto".
As autoridades francesas estão a investigar se este incidente está relacionado com a vaga de protestos no país ou se se trata de um jovem com problemas mentais.
Segundo a responsável pelo Conselho Departamental de Bouches-du-Rhône, o incidente ocorreu por volta das 10h30 (hora local). Martine Vassal declarou à imprensa que "o jovem entrou na escola com uma espingarda dentro de um estojo de guitarra".
Citada pelo jornal Le Monde, ela também prestou "homenagem ao coordenador pedagógico que deteve o miúdo" e lamentou que "naquela escola, a anterior diretora não tenha considerado necessário instalar pórticos de segurança".
O presidente da Câmara Municipal assegura que o autor dos disparos "é um miúdo matriculado na escola" e que, "aparentemente, a criança é como todas as outras (...).”
Jean-Pierre Squillari acrescenta ainda que “o pai tinha solicitado uma reunião com o coordenador pedagógico, mas não se sabe mais nada sobre o assunto".
O autarca, citado pela comunicação social, afirma que os outros alunos da escola “não viram nada, uma vez que tudo aconteceu no corredor".
No entanto, "psicologicamente, muitas delas foram afetadas, e as que apresentam sinais de destabilização estão a ser avaliadas pelo psicólogo".
Rosário Salgueiro - correspondente da RTP em França
Antes, a polícia local tinha garantido que “a escola não foi afetada pelo movimento estudantil do ensino secundário”. Ainda assim, as circunstâncias do sucedido estão a ser investigadas.
Antes, a polícia local tinha garantido que “a escola não foi afetada pelo movimento estudantil do ensino secundário”. Ainda assim, as circunstâncias do sucedido estão a ser investigadas.