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Espanha prepara-se para submeter imigrantes ilegais a testes de ADN
As autoridades espanholas vão passar a realizar testes de ADN aos imigrantes ilegais que chegam ao enclave norte-africano de Melilla com crianças. O objetivo é confirmar se os menores são de facto filhos dos adultos com quem viajam. O governo de Madrid suspeita que, frequentemente, os imigrantes que tentam obter residência na Espanha se fazem acompanhar de crianças por saberem que as famílias têm mais hipóteses de receber uma resposta positiva ao pedido de asilo e estão melhor alojadas durante o período em que esperam a decisão oficial.
A porta-voz do Ministério do Interior, em Melilla confirmou o plano e disse que os funcionários estão apenas à espera de receber aprovação das autoridades judiciais antes de porem em prática o plano de testes de ADN.
Irene Flores explicou que as crianças que não estiverem acompanhadas dos pais verdadeiros serão postas sob custódia do Estado espanhol.
Melilla é uma pequena localidade costeira do Mediterrâneo, administrada por Espanha mas completamente cercada pelo território de Marrocos. A cidade é um dos ponto de destino para milhares de norte-africanos e subsaarianos que tentam imigrar para a Europa em busca de melhores condições de vida.
Atualmente, estão 101 crianças no centro de albergue de imigrantes de Melilla. A porta-voz do Ministério do Interior confessou desconhecer se outros países planeiam realizar testes de ADN aos imigrantes, idênticos aos que estão a ser pensados em Espanha.
Irene Flores explicou que as crianças que não estiverem acompanhadas dos pais verdadeiros serão postas sob custódia do Estado espanhol.
Melilla é uma pequena localidade costeira do Mediterrâneo, administrada por Espanha mas completamente cercada pelo território de Marrocos. A cidade é um dos ponto de destino para milhares de norte-africanos e subsaarianos que tentam imigrar para a Europa em busca de melhores condições de vida.
Atualmente, estão 101 crianças no centro de albergue de imigrantes de Melilla. A porta-voz do Ministério do Interior confessou desconhecer se outros países planeiam realizar testes de ADN aos imigrantes, idênticos aos que estão a ser pensados em Espanha.