EUA acusam empresário moçambicano de ser "barão da droga"

Maputo, 02 jun (Lusa) -- O Governo dos EUA colocou o empresário moçambicano Mohamed Bachir Suleman na sua lista de "barões da droga" e ordenou o congelamento dos seus bens, proibindo ainda negócios entre ele e cidadãos norte-americanos.

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Um comunicado divulgado terça-feira na página da Internet da Casa Branca -- http://www.whitehouse.gov/briefing-room/statements-and-releases, também distribuída pela embaixada dos Estados Unidos em Maputo, associa os três maiores empreendimentos de Mohamed Bachir Suleman, todos com sede em Maputo, ao narcotráfico.

"Em conformidade com a Lei dos Barões da Droga, o Gabinete de Controlo de Bens Estrangeiros do Departamento do Tesouro (OFAC) designou o Grupo MBS Limitada, Grupo MBS -- Kayum Centre, e o Maputo Shopping Centre como Traficantes de Narcóticos Especialmente Designados, devido ao fato de serem da propriedade de Mohamed Bachir Suleman ou estarem sob o seu controlo", refere a nota.

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