Mundo
Ex-governador do Rio apanhado na Lava Jato
Agentes da Polícia Federal e do Ministério Público detiveram Sérgio Cabral, o ex-governador do Rio de Janeiro, no âmbito da operação Lava Jato.
O ex-governador do Rio de Janeiro foi detido no seu apartamento do Leblon, na zona sul da cidade, com um mandado de prisão preventiva. Sérgio Cabral é acusado na operação Lava Jato de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Em causa estão alegados desvios monetários com as empresas de construção civil Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia.
A investigação teve como ponto de partida declarações de dois executivos da Andrade Gutierrez, feitas no âmbito de um inquérito referente ao caso Eletronuclear.

Até ao momento, foram detidas dez pessoas, entre as quais Wagner Jordão Garcia, ex-assessor do governador, e o ex-secretário do governo Wilson Carlos.
A mulher do ex-governador, Adriana Ancelmo, também foi levada para a Superintendência da Polícia Federal para prestar depoimento, mas deverá sair em liberdade, já que não existe mandado de detenção contra ela.
A operação Calicute – referência às tormentas enfrentadas pelo navegador português Pedro Álvares Cabral – investiga o desvio de 244 milhões de reais (cerca de 66 milhões de euros) e acontece cinco meses depois do início da operação Lava Jato no Rio de Janeiro.
A ação policial fica marcada pela cooperação inédita entre as justiças do Rio de Janeiro e de Curitiba, a responsável pelas 36 fases da operação Lava Jato até agora desencadeadas.
Nome de Michel Temer no processo
Estas detenções surgem numa altura em que se tornou público que o nome do actual Presidente brasileiro, Michel temer, é citado pelo menos duas vezes no mega-processo e existem acusações de interferências políticas para enterrar a investigação.

Na passada segunda-feira Michel Temer disse no programa Roda Viva, da TV Cultura, que a “informação é de absoluta falsidade”.
A Operação Lava Jato investiga o maior esquema de corrupção da história do Brasil e envolve dezenas de políticos, incluindo o antigo Presidente da República Lula da Silva.
Em causa estão alegados desvios monetários com as empresas de construção civil Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia.
A investigação teve como ponto de partida declarações de dois executivos da Andrade Gutierrez, feitas no âmbito de um inquérito referente ao caso Eletronuclear.
Até ao momento, foram detidas dez pessoas, entre as quais Wagner Jordão Garcia, ex-assessor do governador, e o ex-secretário do governo Wilson Carlos.
A mulher do ex-governador, Adriana Ancelmo, também foi levada para a Superintendência da Polícia Federal para prestar depoimento, mas deverá sair em liberdade, já que não existe mandado de detenção contra ela.
A operação Calicute – referência às tormentas enfrentadas pelo navegador português Pedro Álvares Cabral – investiga o desvio de 244 milhões de reais (cerca de 66 milhões de euros) e acontece cinco meses depois do início da operação Lava Jato no Rio de Janeiro.
A ação policial fica marcada pela cooperação inédita entre as justiças do Rio de Janeiro e de Curitiba, a responsável pelas 36 fases da operação Lava Jato até agora desencadeadas.
Nome de Michel Temer no processo
Estas detenções surgem numa altura em que se tornou público que o nome do actual Presidente brasileiro, Michel temer, é citado pelo menos duas vezes no mega-processo e existem acusações de interferências políticas para enterrar a investigação.
Na passada segunda-feira Michel Temer disse no programa Roda Viva, da TV Cultura, que a “informação é de absoluta falsidade”.
A Operação Lava Jato investiga o maior esquema de corrupção da história do Brasil e envolve dezenas de políticos, incluindo o antigo Presidente da República Lula da Silva.