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Ex-superintendente da polícia confirma investigação a filho de Bolsonaro
O ex-superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro contrariou, em depoimento à Justiça, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, ao confirmar que um dos seus filhos era investigado num inquérito de âmbito eleitoral.
No depoimento a que o jornal O Globo teve acesso, o ex-superintendente Carlos Henrique Oliveira disse ter "conhecimento de uma investigação no âmbito eleitoral, (...) não tendo havido indiciamento".
Contudo, Carlos Henrique Oliveira, que foi afastado na semana passada da Polícia Federal do Rio de Janeiro, afirmou que nunca recebeu nenhum pedido por parte de Jair Bolsonaro em relação às investigações em curso.
O ex-superintendente prestou depoimento numa investigação solicitada pela Procuradoria Geral da República do Brasil, sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre alegada interferência política na Polícia Federal por parte do chefe de Estado.
Segundo O Globo, o senador Flávio Bolsonaro era investigado num inquérito em curso na Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro sobre um alegado branqueamento de capitais e falsidade ideológica eleitoral. Contudo, a Polícia pediu o arquivamento do inquérito em março.
O ex-superintendente contrariou assim Bolsonaro, que na terça-feira afirmou à imprensa que a "Polícia Federal nunca investigou ninguém" da sua família.
A audição de Carlos Henrique Oliveira, assim como de outros membros da Polícia e do executivo, foi determinada pelo STF, após as declarações feitas pelo ex-juiz e anterior ministro da Justiça do Brasil Sergio Moro que, em 24 de abril, pediu a demissão do cargo ministerial e acusou o Presidente de estar a interferir na Polícia Federal, na sequência da demissão do ex-chefe Maurício Valeixo sem motivo aparente.
Contudo, Carlos Henrique Oliveira, que foi afastado na semana passada da Polícia Federal do Rio de Janeiro, afirmou que nunca recebeu nenhum pedido por parte de Jair Bolsonaro em relação às investigações em curso.
O ex-superintendente prestou depoimento numa investigação solicitada pela Procuradoria Geral da República do Brasil, sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre alegada interferência política na Polícia Federal por parte do chefe de Estado.
Segundo O Globo, o senador Flávio Bolsonaro era investigado num inquérito em curso na Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro sobre um alegado branqueamento de capitais e falsidade ideológica eleitoral. Contudo, a Polícia pediu o arquivamento do inquérito em março.
O ex-superintendente contrariou assim Bolsonaro, que na terça-feira afirmou à imprensa que a "Polícia Federal nunca investigou ninguém" da sua família.
A audição de Carlos Henrique Oliveira, assim como de outros membros da Polícia e do executivo, foi determinada pelo STF, após as declarações feitas pelo ex-juiz e anterior ministro da Justiça do Brasil Sergio Moro que, em 24 de abril, pediu a demissão do cargo ministerial e acusou o Presidente de estar a interferir na Polícia Federal, na sequência da demissão do ex-chefe Maurício Valeixo sem motivo aparente.