Exposição apresentará uma das mais imponentes obras de arquitectura militar portuguesa

São Paulo, Brasil, 18 Jul (Lusa) - Uma exposição sobre um forte do século XVIII, uma das mais imponentes obras da arquitectura militar portuguesa no Brasil, será realizada em Brasília, em Novembro, informou hoje uma fonte diplomática.

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A mostra apresentará documentos e a História do Forte Príncipe da Beira, localizado junto à fronteira com a Bolívia, na região Norte do Brasil.

A decisão de realizar a mostra decorreu no âmbito de uma deslocação de três dias do embaixador de Portugal em Brasília, Francisco Seixas da Costa, aos estados de Rondónia e do Acre, na Amazónia brasileira.

Acompanhado pelo Adido de Defesa da Embaixada, coronel Jorge Santos, o embaixador visitou a região a convite das Forças Armadas brasileiras.

A exposição decorrerá no Centro Cultural do Instituto Camões, em Brasília, com a possível colaboração do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional brasileiro (IPHAN) e de historiadores militares dos dois países.

Em Porto Velho, capital de Rondónia, Seixas da Costa encontrou-se terça-feira com o comandante da Brigada de Infantaria de Selva do Exército brasileiro, general Luiz Alberto Martins Bringel.

No dia seguinte, o embaixador foi recebido pelo governador em exercício de Rondônia, João Cahulla, e visitou o local da construção de uma barragem no Rio Madeira.

Trata-se de uma das mais importantes barragens que o Governo brasileiro planeia construir, nos próximos anos.

Na quarta-feira, Seixas da Costa ouviu do governador do Acre, Binho Marques, na capital Rio Branco, o interesse do Estado em participar de projectos de cooperação nas áreas de modernização administrativa e atendimento ao cidadão.

Na agenda do encontro, o possível intercâmbio entre as universidades do Acre e de Coimbra, e a eventual ligação do Acre à Câmara Portuguesa de Comércio a ser criada, em Manaus, capital do Estado do Amazonas.

Seixas da Costa encontrou-se ainda com autoridades locais e com dezenas de portugueses e de luso-descendentes, e visitou instituições ligadas à tecnologia da região.

MAN.

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