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Extrema-direita conquista número recorde no Senado francês
A sete meses das Presidenciais em França, o partido de extrema-direita União Nacional conseguiu um resultado expressivo nas eleições para o senado: passou de três para 14 senadores e pode, assim, formar um grupo parlamentar na Câmara alta.
Marine Le Pen, indicada como a favorita às Presidenciais de 2027, congratulou o partido e aliados pela "vitória histórica” no domingo, ao ter quadruplicado a representação na câmara de 348 assentos.
“Os resultados superaram nossas expectativas”, afirmou a candidata numa publicação na rede social X.
Foi a primeira vez que o partido conseguiu o mínimo necessário de 10 cadeiras para formar uma bancada no Senado, poderá ainda formar um grupo na câmara alta, o que significa mais tempo de fala, recursos adicionais e um canal de apoio para a candidatura de Marine Le Pen à Presidência. O União Nacional já tinha três lugares, ganhou nove novos membros, e os seus aliados da União da Direita pela República (UDR) conquistaram três, nesta eleição que renovou pouco mais de metade dos 348 lugares da assembleia.
"Pela primeira vez na sua história, a União Nacional formará um grupo no Senado com os seus aliados", escreveu o presidente do partido, Jordan Bardella, no X.
O partido de já se tinha tornado o maior partido em número de deputados na Assembleia Nacional durante as eleições legislativas de 2024, com 119 representantes eleitos (e três membros filiados).
Autoridades locais eleitas votam para escolher novos senadores para metade da Câmara Alta a cada três anos, cada um para cumprir um mandato de seis anos.
O partido de extrema-direita entrou no Senado pela primeira vez com duas cadeiras em 2014, quando era conhecido como Frente Nacional, e conquistou três cadeiras em 2023. Marine Le Pen, de 58 anos, do partido União Nacional, candidata-se pela quarta vez à presidência. Em 2012, foi terceira, atrás de François Hollande e Nicolas Sarkozy, e passou à segunda volta em 2017 e 2022, mas foi derrotada por Macron, que não pode concorrer em 2027.
“Os resultados superaram nossas expectativas”, afirmou a candidata numa publicação na rede social X.
Foi a primeira vez que o partido conseguiu o mínimo necessário de 10 cadeiras para formar uma bancada no Senado, poderá ainda formar um grupo na câmara alta, o que significa mais tempo de fala, recursos adicionais e um canal de apoio para a candidatura de Marine Le Pen à Presidência. O União Nacional já tinha três lugares, ganhou nove novos membros, e os seus aliados da União da Direita pela República (UDR) conquistaram três, nesta eleição que renovou pouco mais de metade dos 348 lugares da assembleia.
"Pela primeira vez na sua história, a União Nacional formará um grupo no Senado com os seus aliados", escreveu o presidente do partido, Jordan Bardella, no X.
O partido de já se tinha tornado o maior partido em número de deputados na Assembleia Nacional durante as eleições legislativas de 2024, com 119 representantes eleitos (e três membros filiados).
Autoridades locais eleitas votam para escolher novos senadores para metade da Câmara Alta a cada três anos, cada um para cumprir um mandato de seis anos.
O partido de extrema-direita entrou no Senado pela primeira vez com duas cadeiras em 2014, quando era conhecido como Frente Nacional, e conquistou três cadeiras em 2023. Marine Le Pen, de 58 anos, do partido União Nacional, candidata-se pela quarta vez à presidência. Em 2012, foi terceira, atrás de François Hollande e Nicolas Sarkozy, e passou à segunda volta em 2017 e 2022, mas foi derrotada por Macron, que não pode concorrer em 2027.