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Forças militares dos EUA regressam às operações da NATO na fronteira com a Rússia
A Lituânia oficializou, esta terça-feira, o regresso das tropas norte-americanas. Os últimos soldados dos Estados Unidos em ação militar no país abandonaram o território em junho, tendo sido a primeira vez, em vários anos de presença norte-americana nos bálticos, que a missão foi interrompida.
A ausência das forças militares dos Estados Unidos na Lituânia, onde têm estado representados desde a anexação da Crimeia pela Rússia, em 2014, vinha a gerar preocupações sobre um possível afastamento de Washington com o compromisso de defesa da região fronteiriça com a Rússia.
Gitanas Nauseda, presidente lituano, colocou, no entanto, um ponto final às especulações e confirmou o regresso dos Estados Unidos, cerca de três meses depois de terem deixado o país.
“As tropas norte-americanas continuarão a estar no nosso país. Estamos gratos ao presidente Donald Trump e à administração norte-americana por esta decisão, que é importante não só para a segurança da Lituânia, mas também para a de toda a região”, anunciou em comunicado.
A decisão deixa “claro” que a “NATO está pronta para defender cada centímetro do seu território”, concluiu o chefe de Estado.
O número de militares a acolher na Lituânia ainda não foi tornado público, mas “não será inferior” ao do grupo destacado anteriormente, perspetivando-se a chegada de cerca de 1.500 soldados.
Em junho deste ano, entrou em vigor um plano de reavaliação da presença militar dos Estados Unidos na Europa, aquando do regresso das tropas a território norte-americano, havia anunciado, na altura, o secretário de Defesa dos EUA.
O resultado foi conhecido esta terça-feira, com a oficialização de uma nova rotação dos seus soldados, que se juntam a outros países na missão de proteger o flanco leste da Europa de uma eventual agressão russa.
A mobilização norte-americana na região foi reforçada em 2022, após a invasão da Rússia à Ucrânia, com o envio de tanques e novos equipamentos para a Lituânia, Estónia e Letónia.
Nos últimos anos, Portugal tem estado igualmente representado em missões de treino integradas nas medidas de tranquilização da NATO, na Lituânia, através do destacamento periódico do Corpo de Forças Especiais da Marinha Portuguesa.
Gitanas Nauseda, presidente lituano, colocou, no entanto, um ponto final às especulações e confirmou o regresso dos Estados Unidos, cerca de três meses depois de terem deixado o país.
“As tropas norte-americanas continuarão a estar no nosso país. Estamos gratos ao presidente Donald Trump e à administração norte-americana por esta decisão, que é importante não só para a segurança da Lituânia, mas também para a de toda a região”, anunciou em comunicado.
A decisão deixa “claro” que a “NATO está pronta para defender cada centímetro do seu território”, concluiu o chefe de Estado.
O número de militares a acolher na Lituânia ainda não foi tornado público, mas “não será inferior” ao do grupo destacado anteriormente, perspetivando-se a chegada de cerca de 1.500 soldados.
Em junho deste ano, entrou em vigor um plano de reavaliação da presença militar dos Estados Unidos na Europa, aquando do regresso das tropas a território norte-americano, havia anunciado, na altura, o secretário de Defesa dos EUA.
O resultado foi conhecido esta terça-feira, com a oficialização de uma nova rotação dos seus soldados, que se juntam a outros países na missão de proteger o flanco leste da Europa de uma eventual agressão russa.
A mobilização norte-americana na região foi reforçada em 2022, após a invasão da Rússia à Ucrânia, com o envio de tanques e novos equipamentos para a Lituânia, Estónia e Letónia.
Nos últimos anos, Portugal tem estado igualmente representado em missões de treino integradas nas medidas de tranquilização da NATO, na Lituânia, através do destacamento periódico do Corpo de Forças Especiais da Marinha Portuguesa.