Fórum Económico Mundial reflete sobre cooperação no mundo

O Fórum Económico Mundial começa esta segunda-feira a sua reunião anual, em Davos, que decorre até ao próximo dia 20, sendo esperada uma assistência recorde, com 52 chefes de Estado e de Governo. Ativistas climáticos, vários manifestantes e até mesmo milionários protestaram este domingo para pedir mais impostos sobre a riqueza.

RTP /
Davos recebe o Fórum Económico Mundial a partir de hoje Foto: Arnd Wiegmann - Reuters

O título da reunião deste ano é "Cooperação num mundo fragmentado", adequado para procurar soluções para a atual crise económica, energética e de alimentos, segundo a organização.

A organização indicou que vai contar com 2.700 representantes de 130 países, tendo destacado a participação de mais de meia centena de chefes de Estado e de Governo, incluindo o chanceler alemão, Olaf Scholz, os presidentes da Colômbia, Gustavo Petro, das Filipinas, Ferdinand Marcos, e da África do Sul, Cyril Ramaphosa, além da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

A China indicou que o vice-primeiro-ministro Liu He, considerado o "arquiteto" da política económica chinesa dos últimos anos, assistirá à reunião.

Quase um ano após a invasão da Ucrânia pela Rússia, o conflito e os seus efeitos nas políticas mundiais de energia e de defesa vão ocupar boa parte dos debates em Davos.
Ativistas exigem em Davos mais impostos sobre a riqueza
Ativistas climáticos, vários manifestantes e até mesmo milionários protestaram este domingo em Davos para pedir mais impostos sobre a riqueza. O objetivo é pedir maior justiça social para os mais pobres.

Quem o defende são alguns dos 200 mais ricos do mundo. Milionários como Paul White que defende uma riqueza patriótica e não individualista.

Durante esta semana os mais ricos do mundo reúnem-se em Davos, 200 deles, de 13 países, vão assinar uma carta a pedir um aumento significativo dos impostos sobre a riqueza.

c/Lusa
Tópicos
PUB