Mundo
Furacão Matthew é já considerado o mais forte desde 2007
O furacão Matthew continua a sua rota com ventos máximos de cerca de 230 quilómetros por hora. De acordo com as autoridades, uma pessoa morreu e outra está desaparecida em consequência da passagem, pelo Haiti, daquela que é já considerada a pior tempestade dos últimos dez anos.
Os ventos fortes fustigam a costa sul daquele que é um dos países mais pobres do continente americano, onde as casas frágeis e os edifícios deixam os residentes vulneráveis a desastres naturais. Milhares de pessoas continuam a viver em tendas, no Haiti, depois do terramoto que afetou o país em 2010.
O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos prevê que este furacão seja o mais forte desde 2007, altura em que um outro atingiu a Nicarágua provocando a morte a 130 pessoas.
A expectativa é que continue para norte, atravessando todo o sul e leste de Cuba, esta terça-feira, e depois em direção às Bahamas, na quarta-feira. Entretanto, Cuba ordenou já a retirada de mais de 250 mil pessoas do leste da ilha.
A Marinha norte-americana retirou também 700 pessoas da base naval de Guantánamo. Os deslocados, mulheres e filhos de militares destacados na base, foram transferidos durante o fim de semana para as instalações da Marinha, em Pensacola, na Flórida. As 61 pessoas que estão detidas na prisão de Guantánamo não serão retiradas.
"Tomámos medidas para manter a nossa equipa e os detidos seguros e protegidos. Estão em edifícios sólidos e há muitos lugares onde se podem abrigar e ficar seguros", explicou o capitão Jeff Davis, porta-voz do Pentágono.
O alerta dos meteorologistas
Na base de Guantánamo vivem cerca de 5500 pessoas, entre militares e familiares. Depois da mudança ficaram aproximadamente 4800 pessoas, que têm a missão de "iniciar rapidamente os trabalhos de recuperação" após o furacão, disse o mesmo porta-voz, citado pela agência Reuters.
"Os esforços para proteger as vidas e propriedades devem ser mobilizados imediatamente", acrescentaram os meteorologistas americanos.
A Defesa Civil cubana ordenou que 251795 pessoas fossem retiradas de zonas costeiras ou vulneráveis da província de Santiago de Cuba, a segunda mais populosa da ilha.
Desse total, mais de 95 mil foram abrigadas em casas de familiares ou amigos, uma prática habitual na ilha em casos de furacões, e o resto em 218 centros habilitados como abrigos.
O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos prevê que este furacão seja o mais forte desde 2007, altura em que um outro atingiu a Nicarágua provocando a morte a 130 pessoas.
A expectativa é que continue para norte, atravessando todo o sul e leste de Cuba, esta terça-feira, e depois em direção às Bahamas, na quarta-feira. Entretanto, Cuba ordenou já a retirada de mais de 250 mil pessoas do leste da ilha.
A Marinha norte-americana retirou também 700 pessoas da base naval de Guantánamo. Os deslocados, mulheres e filhos de militares destacados na base, foram transferidos durante o fim de semana para as instalações da Marinha, em Pensacola, na Flórida. As 61 pessoas que estão detidas na prisão de Guantánamo não serão retiradas.
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— CNN Weather Center (@CNNweather) 4 de outubro de 2016
"Tomámos medidas para manter a nossa equipa e os detidos seguros e protegidos. Estão em edifícios sólidos e há muitos lugares onde se podem abrigar e ficar seguros", explicou o capitão Jeff Davis, porta-voz do Pentágono.
O alerta dos meteorologistas
Na base de Guantánamo vivem cerca de 5500 pessoas, entre militares e familiares. Depois da mudança ficaram aproximadamente 4800 pessoas, que têm a missão de "iniciar rapidamente os trabalhos de recuperação" após o furacão, disse o mesmo porta-voz, citado pela agência Reuters.
"Os esforços para proteger as vidas e propriedades devem ser mobilizados imediatamente", acrescentaram os meteorologistas americanos.
A Defesa Civil cubana ordenou que 251795 pessoas fossem retiradas de zonas costeiras ou vulneráveis da província de Santiago de Cuba, a segunda mais populosa da ilha.
Desse total, mais de 95 mil foram abrigadas em casas de familiares ou amigos, uma prática habitual na ilha em casos de furacões, e o resto em 218 centros habilitados como abrigos.