Mundo
G8 pede à OPEP para que aumente a sua produção de petróleo
Os países mais industrializados querem pôr a OPEP a produzir mais petróleo "a curto prazo". O pedido foi lançado no segundo dia da reunião do G8 como forma de travar a subida dos preços dos combustíveis.
Com os preços do petróleo a duplicaram no espaço de um ano, este está a ser o assunto dominante do segundo dia da agenda dos chefes de Estado dos oito países mais ricos do Mundo (Estados Unidos, Alemanha, Canadá, França, Grã-Bretanha, Itália, Rússia e Japão), reunidos em Toyako, estância termal nas montanhas no Norte do Japão.
Nesse sentido, o grupo lançou um apelo à OPEP para que decida um aumento das capacidades de produção e refinação, acreditando ser esse o caminho para impedir a progressão que se tem vindo a verificar no sector dos combustíveis.
Num comunicado, os líderes do G8 manifestam-se "muito preocupados com os aumentos do preço do petróleo, que criou riscos para a economia mundial" e consideram ser "necessários esforços concertados para resolver as causas subjacentes para benefício de todos".
Numa jornada em que estão a ser igualmente debatidos os problemos ambientais, o G8 considerou ainda que os países ricos devem fazer um esforço para acalmar os preços "através de esforços suplementares para melhorar a eficiência energética e da diversificação energética", libertando-se a um mesmo passo da total dependência do petróleo.
Em cima da mesa estiveram ainda questões como a subida das pressões inflacionistas na economia global devido ao aumento dos preços das matérias-primas, assunto que foi encarado como uma séria ameaça à estabilidade do "crescimento mundial" e das vidas dos mais pobres.
Ambiente com meta em 2050
Numa declaração sobre as alterações climáticas, os Oito chegaram ainda a acordo sobre a necessidade de até 2050 reduzir "pelo menos 50%" das emissões mundiais de gases com efeito de estufa.
O G8 decidiu "encarar e adoptar, em negociações sob a égide da ONU, o objectivo da reduzir pelo menos 50% das emissões mundiais de gases com efeito de estufa daqui até 2050, reconhecendo que este desafio mundial só pode ser vencido com uma resposta global", refere o documento aprovado.
Fica no entanto registado que, para atingir esse objectivo global, o esforço deverá ser repartido entre todos, pelo que se tornará necessário definir "objectivos a médio prazo e planos nacionais" de redução das emissões, num calendário a definir país por país.
Naquele que tem sido um braço-de-ferro mantido pelos Estados Unidos, o texto inclui ainda uma referência à "contribuição de todas as principais economias", nomeadamente de países emergentes como a China e a Índia.
Nesse sentido, o grupo lançou um apelo à OPEP para que decida um aumento das capacidades de produção e refinação, acreditando ser esse o caminho para impedir a progressão que se tem vindo a verificar no sector dos combustíveis.
Num comunicado, os líderes do G8 manifestam-se "muito preocupados com os aumentos do preço do petróleo, que criou riscos para a economia mundial" e consideram ser "necessários esforços concertados para resolver as causas subjacentes para benefício de todos".
Numa jornada em que estão a ser igualmente debatidos os problemos ambientais, o G8 considerou ainda que os países ricos devem fazer um esforço para acalmar os preços "através de esforços suplementares para melhorar a eficiência energética e da diversificação energética", libertando-se a um mesmo passo da total dependência do petróleo.
Em cima da mesa estiveram ainda questões como a subida das pressões inflacionistas na economia global devido ao aumento dos preços das matérias-primas, assunto que foi encarado como uma séria ameaça à estabilidade do "crescimento mundial" e das vidas dos mais pobres.
Ambiente com meta em 2050
Numa declaração sobre as alterações climáticas, os Oito chegaram ainda a acordo sobre a necessidade de até 2050 reduzir "pelo menos 50%" das emissões mundiais de gases com efeito de estufa.
O G8 decidiu "encarar e adoptar, em negociações sob a égide da ONU, o objectivo da reduzir pelo menos 50% das emissões mundiais de gases com efeito de estufa daqui até 2050, reconhecendo que este desafio mundial só pode ser vencido com uma resposta global", refere o documento aprovado.
Fica no entanto registado que, para atingir esse objectivo global, o esforço deverá ser repartido entre todos, pelo que se tornará necessário definir "objectivos a médio prazo e planos nacionais" de redução das emissões, num calendário a definir país por país.
Naquele que tem sido um braço-de-ferro mantido pelos Estados Unidos, o texto inclui ainda uma referência à "contribuição de todas as principais economias", nomeadamente de países emergentes como a China e a Índia.