Mundo
Galliano responde em tribunal até ao verão por acusações de insultos racistas
O estilista John Galliano foi acusado pelo Ministério Público francês de insultos racistas, um crime que na França pode levar a uma pena de prisão até seis meses e multa de 22.500 euros. John Galliano, que foi despedido pela Casa Dior, pediu desculpas pela primeira vez. Em comunicado, o estilista afirma que o antissemitismo e o racismo não podem ser admissíveis nas sociedades modernas.
“O antissemitismo e o racismo não são admissíveis na nossa sociedade. Peço desculpas sem reservas pelas ofensas que o meu comportamento tenha causado”, lê-se no comunicado que Galliano divulgou através de uma sociedade de advogados.
O ex-diretor criativo da Casa Dior negou “todas as acusações apresentadas”, mas compreende que os seus atos possam ter “chocado” muitas pessoas. Galliano apresentou queixa contra o casal por “agressão, injúrias e ameaças”.
O estilista contrapôs ter sido ele próprio sujeito a “agressões verbais e de um ataque não provocado quando um indivíduo me tentou atingir com uma cadeira, numa violenta reação ao meu aspeto físico e roupa”.
Galliano sublinha que lutou “toda a vida contra os preconceitos, a intolerância e a discriminação” e argumenta que na sua profissão, “a minha inspiração foi sempre a de unir as pessoas de todas as raças, credos, religiões e sexualidades ao celebrar a sua diversidade étnica e cultural através da moda”.
Pouco após o pedido de desculpas de Galliano, o Ministério Público francês tornou pública a decisão de acusar o estilista de ofensas públicas a três particulares em virtude da sua religião.
Na passada quinta-feira, o estilista, de 50 anos, terá entrado em conflito com um casal, num bar da moda localizado no bairro parisiense de Marais, onde mora Galliano. O casal apresentou queixa na polícia por “injúrias públicas de caráter racista”. O estilista britânico foi detido e apresentava uma taxa de alcoolemia de 1,1 gramas.
No sábado, uma outra mulher apresentou queixa contra Galliano, por impropérios similares. Na segunda-feira, o jornal “The Sun” publicou no seu site um vídeo em que o estilista dizia, naquele bar, que “amava Hitler”.
Após manifestações de repúdio, entre outros, da galardoada com o Oscar para Melhor Atriz, Natalie Portman, judia e cara de uma campanha da Dior, a casa francesa de alta costura despediu o seu diretor criativo, pondo termo a uma colaboração de 15 anos.
A Dior justificava o despedimento com o “caráter particularmente odioso do comportamento e afirmações de John Galliano”, visíveis no vídeo amador.
O ex-diretor criativo da Casa Dior negou “todas as acusações apresentadas”, mas compreende que os seus atos possam ter “chocado” muitas pessoas. Galliano apresentou queixa contra o casal por “agressão, injúrias e ameaças”.
O estilista contrapôs ter sido ele próprio sujeito a “agressões verbais e de um ataque não provocado quando um indivíduo me tentou atingir com uma cadeira, numa violenta reação ao meu aspeto físico e roupa”.
Galliano sublinha que lutou “toda a vida contra os preconceitos, a intolerância e a discriminação” e argumenta que na sua profissão, “a minha inspiração foi sempre a de unir as pessoas de todas as raças, credos, religiões e sexualidades ao celebrar a sua diversidade étnica e cultural através da moda”.
Pouco após o pedido de desculpas de Galliano, o Ministério Público francês tornou pública a decisão de acusar o estilista de ofensas públicas a três particulares em virtude da sua religião.
Na passada quinta-feira, o estilista, de 50 anos, terá entrado em conflito com um casal, num bar da moda localizado no bairro parisiense de Marais, onde mora Galliano. O casal apresentou queixa na polícia por “injúrias públicas de caráter racista”. O estilista britânico foi detido e apresentava uma taxa de alcoolemia de 1,1 gramas.
No sábado, uma outra mulher apresentou queixa contra Galliano, por impropérios similares. Na segunda-feira, o jornal “The Sun” publicou no seu site um vídeo em que o estilista dizia, naquele bar, que “amava Hitler”.
Após manifestações de repúdio, entre outros, da galardoada com o Oscar para Melhor Atriz, Natalie Portman, judia e cara de uma campanha da Dior, a casa francesa de alta costura despediu o seu diretor criativo, pondo termo a uma colaboração de 15 anos.
A Dior justificava o despedimento com o “caráter particularmente odioso do comportamento e afirmações de John Galliano”, visíveis no vídeo amador.