Mundo
Gastão Salsinha concordou render-se, mas ainda não entregou armas
O antigo tenente timorense Gastão Salsinha concordou em render-se, mas até ao momento ainda não entregou as armas, de acordo com o comando da operação Halibur, que visa a captura do grupo rebelde.
Estão a decorrer negociações entre o militar, que tentou assassinar o primeiro-ministro Xanana Gusmão e o Presidente da República José Ramos-Horta, uma delegação da Procuradoria-Geral da República, do Parlamento, do Governo e das Forças Armadas.
Gastão Salsinha concordou “em resultado destas conversações, em não deixar a casa onde se encontra, até que o resto dos seus homens se juntem a ele”, confirmou fonte da ONU.
Dez elementos do grupo de militares revoltosos seguidores do major Alfredo Reinado e de Gastão Salsinha estavam em prisão preventiva até ontem, continuando a monte 13 suspeitos com mandado de captura emitido.
“A situação é muito parecida com o que aconteceu quando Gastão Salsinha concordou em entregar-se ao Procurador-Geral da República” há dois meses, acrescentou a mesma fonte.
A fonte sublinhou a importância da igreja de políticos locais e da Procuradoria-Geral da República nas negociações.
Ramos-Horta pediu a Salsinha para se entregar ao pároco de Gleno ou Maubisse
O ex-tenente timorense concordou render-se, conforme sugeriu o presidente Ramos-Horta, aquando do seu regresso a Timor, depois de um período de convalescença superior a dois meses na cidade australiana de Darwin.
“Deixe-se de aventuras. A vossa aventura e irresponsabilidade ao longo de meses já custou vidas”, declarava Ramos-Horta na conferência de imprensa no aeroporto de Díli.
“Entregue-se ao pároco em Gleno ou Maubisse. Confio totalmente nesta igreja timorense. Ela saberá como contactar as autoridades”, apelava o Presidente da República de Timor-Leste.
Gravemente ferido nos atentados de 11 de Fevereiro, José Ramos-Horta disse que “Salsinha já não é o líder dos peticionários” e insistia: “Salsinha tem de se entregar. Ele disse que esperava pelo meu regresso para se entregar. Eu prefiro que ele procure a Igreja”. Depois enfrentará a Justiça, acrescentou o presidente timorense.
Gastão Salsinha concordou “em resultado destas conversações, em não deixar a casa onde se encontra, até que o resto dos seus homens se juntem a ele”, confirmou fonte da ONU.
Dez elementos do grupo de militares revoltosos seguidores do major Alfredo Reinado e de Gastão Salsinha estavam em prisão preventiva até ontem, continuando a monte 13 suspeitos com mandado de captura emitido.
“A situação é muito parecida com o que aconteceu quando Gastão Salsinha concordou em entregar-se ao Procurador-Geral da República” há dois meses, acrescentou a mesma fonte.
A fonte sublinhou a importância da igreja de políticos locais e da Procuradoria-Geral da República nas negociações.
Ramos-Horta pediu a Salsinha para se entregar ao pároco de Gleno ou Maubisse
O ex-tenente timorense concordou render-se, conforme sugeriu o presidente Ramos-Horta, aquando do seu regresso a Timor, depois de um período de convalescença superior a dois meses na cidade australiana de Darwin.
“Deixe-se de aventuras. A vossa aventura e irresponsabilidade ao longo de meses já custou vidas”, declarava Ramos-Horta na conferência de imprensa no aeroporto de Díli.
“Entregue-se ao pároco em Gleno ou Maubisse. Confio totalmente nesta igreja timorense. Ela saberá como contactar as autoridades”, apelava o Presidente da República de Timor-Leste.
Gravemente ferido nos atentados de 11 de Fevereiro, José Ramos-Horta disse que “Salsinha já não é o líder dos peticionários” e insistia: “Salsinha tem de se entregar. Ele disse que esperava pelo meu regresso para se entregar. Eu prefiro que ele procure a Igreja”. Depois enfrentará a Justiça, acrescentou o presidente timorense.