Mundo
George W. Bush pede para se recordarem as lições do 11 de setembro
O ex-presidente dos EUA George W. Bush disse que é preciso "lembrar as lições" aprendidas a 11 de setembro de 2001, numa altura em que o país se prepara para assinalar duas décadas desde os ataques terroristas.
"Após vinte anos, as memórias sobre o 11 de setembro começaram a desvanecer-se. Mas o nosso dever de honrar as vítimas e lembrar as lições desse dia não se desvanece com o tempo", afirmou o ex-presidente, que falou a propósito da pré-exibição de uma nova minissérie documental do National Geographic, "9/11: One Day in America".
"Nunca devemos esquecer o sacrifício de tantos e a unidade advinda do amor pelo país, bem como o desejo de liberdade", realçou o 43.º presidente dos Estados Unidos, que ocupava a Casa Branca quando os ataques aconteceram.
"Apesar da tragédia desse dia, também assistimos a algo que é distintivamente americano: pessoas normais a mostrarem-se à altura da ocasião com inúmeros atos de heroísmo e compaixão", salientou George W. Bush.
O ex-presidente disse ser importante lembrar "as vidas que foram roubadas" naquela terça-feira, quando "americanos na sua vida quotidiana encontraram um horror inimaginável" em Nova Iorque, Pensilvânia e Washington, D.C., onde caíram os aviões desviados por terroristas.
"Nos anos que se seguiram, vimos justiça a ser feita em relação a um homem maligno e guerras a serem lutadas em terras longínquas", disse o ex-presidente, aludindo à captura e morte de Osama bin Laden, o líder da Al-Qaeda, e às guerras no Iraque e Afeganistão.
"Mas neste aniversário sombrio, os nossos pensamentos regressam a 11 de setembro de 2001", afirmou.
"9/11: One Day in America" mostra imagens nunca antes vistas da devastação provocada pelos ataques, com base em cerca de mil horas de gravações em vídeo, e entrevistas com cerca de 50 sobreviventes, bombeiros, pessoal de emergência médica e outros que estiveram no "Ground Zero".
Morreram 2.977 pessoas e mais de seis mil ficaram feridas nos ataques de 11 de setembro de 2001.
Os eventos desse dia espoletaram uma guerra de 20 anos no Afeganistão, a que o atual presidente dos EUA, Joe Biden, decidiu pôr fim, retirando as forças militares norte-americanas do país.
"Nunca devemos esquecer o sacrifício de tantos e a unidade advinda do amor pelo país, bem como o desejo de liberdade", realçou o 43.º presidente dos Estados Unidos, que ocupava a Casa Branca quando os ataques aconteceram.
"Apesar da tragédia desse dia, também assistimos a algo que é distintivamente americano: pessoas normais a mostrarem-se à altura da ocasião com inúmeros atos de heroísmo e compaixão", salientou George W. Bush.
O ex-presidente disse ser importante lembrar "as vidas que foram roubadas" naquela terça-feira, quando "americanos na sua vida quotidiana encontraram um horror inimaginável" em Nova Iorque, Pensilvânia e Washington, D.C., onde caíram os aviões desviados por terroristas.
"Nos anos que se seguiram, vimos justiça a ser feita em relação a um homem maligno e guerras a serem lutadas em terras longínquas", disse o ex-presidente, aludindo à captura e morte de Osama bin Laden, o líder da Al-Qaeda, e às guerras no Iraque e Afeganistão.
"Mas neste aniversário sombrio, os nossos pensamentos regressam a 11 de setembro de 2001", afirmou.
"9/11: One Day in America" mostra imagens nunca antes vistas da devastação provocada pelos ataques, com base em cerca de mil horas de gravações em vídeo, e entrevistas com cerca de 50 sobreviventes, bombeiros, pessoal de emergência médica e outros que estiveram no "Ground Zero".
Morreram 2.977 pessoas e mais de seis mil ficaram feridas nos ataques de 11 de setembro de 2001.
Os eventos desse dia espoletaram uma guerra de 20 anos no Afeganistão, a que o atual presidente dos EUA, Joe Biden, decidiu pôr fim, retirando as forças militares norte-americanas do país.