Mundo
Grupo de 147 venezuelanos deportados pelos EUA soterrado após chegada à Venezuela
Os imigrantes deportados pelos EUA partiram do Texas e aterraram no Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, agora destruído, no mesmo dia em que ocorreram os sismos.
Um grupo de 147 venezuelanos deportados pelos Estados Unidos aterrou na Venezuela a 24 de junho, poucas horas antes dos sismos que abalaram o norte do país. A grande maioria está desaparecida debaixo dos escombros depois de o hotel onde estavam temporariamente alojados, em La Guaira, ter ruído.
Os imigrantes, entre os quais pelo menos sete crianças, aterraram no país apenas seis horas antes do primeiro sismo. Foram nessa altura transferidos pelas autoridades para o Hotel Sanitário La Llanada, em La Guaira.
Pouco depois, os dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 provocaram o colapso do edifício, tal como aconteceu com tantos outros na mesma cidade.
De acordo com testemunhos de sobreviventes divulgados pelos familiares, até ao momento apenas 12 pessoas conseguiram sair com vida dos escombros. “Dos deportados, restámos 12”, contou um dos sobreviventes, citado pela agência de notícias Ansa.
As famílias dizem não ter recebido informações oficiais sobre o paradeiro dos imigrantes e exigem o envio urgente de mais equipas de resgate para o local.
Até ao momento, as autoridades venezuelanas não publicaram uma lista nem um balanço específico sobre as vítimas deste grupo de deportados.
A tragédia agrava a crise humanitária que a cidade de La Guaira atravessa na sequência dos terramotos. As equipas de busca e salvamento continuam no terreno, mas as esperanças de encontrar sobreviventes vão diminuindo à medida que o tempo passa.
Os dois poderosos sismos causaram pelo menos 1.450 mortos e dezenas de milhares de pessoas estão desaparecidas. Quase 800 edifícios foram afetados pelos abalos.
Os imigrantes, entre os quais pelo menos sete crianças, aterraram no país apenas seis horas antes do primeiro sismo. Foram nessa altura transferidos pelas autoridades para o Hotel Sanitário La Llanada, em La Guaira.
Pouco depois, os dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 provocaram o colapso do edifício, tal como aconteceu com tantos outros na mesma cidade.
De acordo com testemunhos de sobreviventes divulgados pelos familiares, até ao momento apenas 12 pessoas conseguiram sair com vida dos escombros. “Dos deportados, restámos 12”, contou um dos sobreviventes, citado pela agência de notícias Ansa.
As famílias dizem não ter recebido informações oficiais sobre o paradeiro dos imigrantes e exigem o envio urgente de mais equipas de resgate para o local.
Até ao momento, as autoridades venezuelanas não publicaram uma lista nem um balanço específico sobre as vítimas deste grupo de deportados.
A tragédia agrava a crise humanitária que a cidade de La Guaira atravessa na sequência dos terramotos. As equipas de busca e salvamento continuam no terreno, mas as esperanças de encontrar sobreviventes vão diminuindo à medida que o tempo passa.
Os dois poderosos sismos causaram pelo menos 1.450 mortos e dezenas de milhares de pessoas estão desaparecidas. Quase 800 edifícios foram afetados pelos abalos.